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Windows Vista é 37% mais seguro que o XP, afirma pesquisa

O número apontado pela PC Tools, por outro lado, é inferior ao divulgado pela Microsoft, que assegurava um índice de 60%

IDG News Service

12/05/2008 às 15h09

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O Windows Vista é 37% mais seguro se comparado ao seu antecessor, o Windows XP, segundo a fornecedora de sistemas de Segurança da Informação PC Tools.

Apesar de confirmar o que a Microsoft divulgou recentemente, a constatação da PC Tools frustra a expectativa criada pela fabricante, que assegurava um índice de 60% mais segurança para o Vista, em comparação ao XP.

Em março deste ano, outra empresa de segurança, a Symantec, também divulgou um estudo dizendo que o Vista é mais seguro, mas ainda apresenta falhas que podem comprometer a segurança.

As novas funcionalidades de segurança foram uma das principais bandeiras usadas pela Microsoft para incentivar a adoção do Vista. Mas, alguns analistas afirmaram que as atualizações foram excessivas e podem até ter minado a adoção corporativa do sistema operacional.

Para cada mil máquinas rodando Vista, a empresa de segurança detectou 639 ameaças em um período de seis meses. De acordo com Michael Greene, vice-presidente da companhia, uma ameaça é contabilizada quando algum código malicioso consegue penetrar no computador.

Em relação ao XP, para cada máquina rodando o sistema operacional, a PC Tools encontrou 1,021 mil ameaças. Segundo Greene, a conclusão do estudo é que, apesar de ser mais seguro, não é possível abrir mão de usar outros sistemas de segurança além do que já vem instalado com o Vista.

Curiosamente, o melhor índice de ameaças por máquina foi registrado com o antigo Windows 2000. Greene, no entanto, evitou comparações entre os sistemas, dizendo que o número é influenciado pela quantidade de usuários finais usando o sistema. No caso do Windows 2000, segundo o executivo, é raro encontrá-lo fora de ambientes corporativos.

Mesmo assim, de forma geral, Greene se mostrou desapontado com os resultados do Vista. Para o executivo, o novo sistema da Microsoft não é, de fato, mais seguro que seu antecessor e ainda exige o uso de softwares especializados e de cuidados no uso.

Robert McMillan - Computerworld, EUA

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