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Um quarto dos funcionários deverão ocupar assentos compartilhados no local de trabalho após a Covid-19
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Um quarto dos funcionários deverão ocupar assentos compartilhados no local de trabalho após a Covid-19

Com o aumento do trabalho remoto, o compartilhamento de assentos se torna importante para a otimização do uso do espaço do escritório

Da Redação

24/03/2021 às 18h17

Foto: Adobe Stock

Uma pesquisa do Gartner identificou uma nova tendência para reformulação dos escritórios na volta às atividades regulares após a pandemia. Depois de entrevistar 127 líderes financeiros e imobiliários corporativos, em fevereiro de 2021, a consultoria identificou que, aproximadamente, 60% desses líderes estão planejando que pelo menos um quarto dos funcionários ocupem assentos compartilhados.

“Um aumento no trabalho remoto mudará significativamente as configurações do espaço de escritório, o que afetará subsequentemente os funcionários, as finanças e o patrimônio da empresa”, disse Tammy Shoham, Diretor da Prática de Finanças do Gartner.

Mais especificamente, a pesquisa do Gartner apontou que 59% dos entrevistados esperam assentos compartilhados no escritório para, pelo menos, um quarto de seus funcionários que retornam após a pandemia de Covid-19. A maioria dos entrevistados esperava que mais de 25% da força de trabalho estaria em assentos compartilhados nos próximos 1-2 anos, e 36% antecipam que a maioria dos funcionários estará em assentos compartilhados.

“A consequência mais óbvia é que as empresas precisarão de menos espaço de escritório por funcionário. Embora seja difícil prever com precisão os efeitos de longo prazo que terão nos mercados imobiliários, os impactos de curto prazo já estão sendo sentidos. Muito mais funcionários de escritório precisarão se acostumar a não ter uma mesa própria. O espaço que isso libera pode abrir espaço para coisas que são mais úteis para os funcionários, como salas de reuniões ou espaços de colaboração e amenidade”, complementa Shoham.

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Esta é uma mudança significativa em relação ao local de trabalho pré-pandemia, no qual 80% dos líderes entrevistados relataram que menos de 25% dos funcionários estavam em assentos compartilhados. Embora muitos tenham transferido equipes, como funções de vendas, que raramente ficavam no escritório, para assentos compartilhados, a maioria das organizações continuou a oferecer assentos dedicados antes da pandemia.

“Os escritórios para a força de trabalho híbrida do futuro atenderão a menos funcionários de uma só vez”, disse Shoham. “Assentos compartilhados serão a maneira de evitar que o escritório pareça uma cidade fantasma quando os funcionários retornarem. No longo prazo, a transição para assentos compartilhados é um primeiro passo importante para otimizar o uso do espaço do escritório e preservar os muitos aspectos positivos da vida no escritório antes da pandemia”.

“Há poucas dúvidas de que os tempos mudaram”, disse Shoham. “O desafio para as organizações será implementar essa mudança de forma que os funcionários sintam que ganharam, não perderam”.

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