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Quatro passos antes de migrar para a nuvem
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Quatro passos antes de migrar para a nuvem

Que o armazenamento em Nuvem é eficiente, e promove economia de tempo e dinheiro para as empresa, é fato. Porém, é necessário se atentar quanto á alguns detalhes que podem impactar a experiência dos usuários

Thoran Rodrigues *

27/07/2016 às 8h17

cloud_bits2.jpg
Foto:

Mover
elementos da área de TI para a nuvem pode trazer economia de tempo e
dinheiro para empresas de todos os portes. Uma pesquisa conduzida pela
E-business Brasil
mostra que 56% das companhias nacionais já aderiram ao cloud.
Entretanto, antes de fazer esse movimento, é preciso ficar atento a
alguns pontos que podem impactar a experiência com as soluções virtuais.

Confira:

 
Esqueça o conceito “meu servidor” – o
grande diferencial da computação em nuvem é o acesso rápido a um volume
ilimitado de servidores. Para tirar proveito disso,
é importante pensar neles como recursos independentes, que pegamos
quando precisamos e largamos quando não são mais necessários. Não se
deve pensar que é um substituto para um servidor local.
 
Monte uma arquitetura inteligente da aplicação – uma
arquitetura bem montada permite, por exemplo, aumentar a capacidade dos
servidores utilizados em um momento
de pico e reduzir essa capacidade nas horas de pouca utilização,
reduzindo em mais de 50% os custos de hospedagem. Ao mesmo tempo, uma
arquitetura capaz de lidar com servidores que saem do ar a qualquer momento permite a utilização deles com um custo
muito menor de outro que está sempre disponível.

cloudbits_625
 
Reforce a segurança – a
nuvem é quase sempre mais segura do que as máquinas tradicionais, mas
desde que tenha gerenciamento adequado e sistemas de proteção
adicionais aos aplicados nos servidores domésticos. Uma senha “admin1234” certamente vai ser hackeada em minutos após ser colocado no ar. Portanto, mesmo em um ambiente seguro, não deve-se relaxar com a segurança.
 
Conheça a regulamentação e a legislação – dependendo
de como é e de onde vem a informação, é necessário verificar as
restrições e estar ciente das leis que
regem seu armazenamento e trânsito. O próprio Brasil possui algumas
regras que restringem a transferência de dados para outros países ou datacenters internacionais, então é importante saber quais são e como se aplicam.
 

(*)  Thoran Rodrigues é CEO da BigData Corp

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