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Para CEOs de empresas de alto desempenho, bem-estar dos funcionários será diferencial para sucesso no pós-covid
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Para CEOs de empresas de alto desempenho, bem-estar dos funcionários será diferencial para sucesso no pós-covid

Segundo estudo da IBM, CEOs brasileiros também veem a nuvem como a mais crítica entre as tecnologias que beneficiarão negócios nos próximos anos

Da Redação

11/02/2021 às 8h55

Foto: Adobe Stock

Se por um lado as organizações precisaram tornar suas operações eficientes de forma remota, por outro, a pandemia também transformou a experiência do colaborador e suas expectativas em relação aos empregadores. Dessa forma, gerenciar uma força de trabalho em "qualquer lugar" se tornou e ainda se manterá um grande desafio para muitos CEOs nos próximos anos.

De acordo com o relatório “Find Your Essential”, do IBM Institute for Business Value, CEOs de organizações com desempenho superior - aquelas que estavam entre as 20% melhores das pesquisadas em termos de crescimento da receita ​​- estão priorizando talentos, tecnologia e parcerias para posicionar suas empresas para o sucesso pós-pandemia de Covid-19.

O estudo também revelou que a maioria dos CEOs pesquisados ​​enxerga os fatores tecnológicos entre as forças externas mais importantes que afetarão seus negócios nos próximos anos, após as grandes interrupções de 2020. Os CEOs globais enxergam a computação em nuvem, IA, IoT como tecnologias que proporcionarão benefícios para eles nos próximos 2-3 anos. Já a nuvem foi reconhecida por 93% dos CEOs brasileiros como a mais crítica, seguida por IoT (79%), IA (49%) e Automação (44%).

Segundo o relatório, que contou com entrevistas de 3.000 CEOs de 26 setores em quase 50 países, incluindo o Brasil, a maioria dos líderes de alto desempenho no mundo também estão focados em priorizar o bem-estar dos funcionários. Quase a metade (47%) dos CEOs globais entrevistados e 77% dos líderes de alto desempenho em todo o mundo relatam que vão priorizar o bem-estar dos funcionários durante o momento atual, mesmo que isso prejudique a lucratividade. No Brasil, esse índice é um pouco menor: 40% dos CEOs pesquisados ​​pretendem fazer isso.

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"A pandemia de Covid-19 desafiou muitos líderes a se concentrarem no que é essencial, como seus talentos", afirma Katia Vaskys, Gerente Geral da IBM Brasil. "As expectativas de muitos funcionários em relação a seus empregadores mudaram significativamente. No Brasil, este momento abriu novas portas para repensarmos a forma de trabalhar, sendo mais flexíveis e inclusivos e para enxergarmos a importância do nosso ecossistema e da tecnologia como elementos-chave que darão suporte a todas essas novas necessidades", acrescentou.

Desafios e prioridades

Mais da metade (51%) dos CEOs brasileiros acreditam que as Regulamentações, a Ruptura da Cadeia de Suprimentos (45%), a Infraestrutura de Tecnologia (40%) e Fatores de Mercado (39%) são os quatro principais elementos que devem gerar os maiores desafios para sua organização nos próximos 2-3 anos.

A partir da experiência causada por 2020 e ainda sob seus efeitos, quando questionados sobre as duas principais forças externas que podem afetar seus negócios nesse período, os CEOs brasileiros ​​consideraram mais importantes, respectivamente: preocupações regulatórias (62%); fatores de mercado e tecnológicos (53%); cenário macroeconômico (51%); e os skills dos funcionários (42%).

A maioria dos CEOs pesquisados ​​relatou que capacitar uma força de trabalho remota foi sua principal prioridade durante 2020. No Brasil, 64% dos CEOs pesquisados apontaram que capacitar uma força de trabalho remota se tornou um fator muito importante ou extremamente importante em 2020; 61% dos líderes pesquisados globalmente também concordam com isso.

Metade dos CEOs de empresas com alto desempenho entrevistados disse que gerenciar a força de trabalho remota "em qualquer lugar" será um grande desafio de liderança nos próximos anos, em comparação com 25% das empresas com baixo desempenho.

Além disso, 45% disseram que a proteção contra novos riscos de cibersegurança em 2020 foi muito ou extremamente importante para a estratégia da empresa. O número ficou acima da média entre países da América Latina e também acima da média global (37%).

De acordo com o relatório do IBV, os CEOs de empresas com alto desempenho também estão mais focadas em parcerias. Quase dois terços (63%) desses CEOs ​​disseram que elas se tornaram mais importantes para impulsionar a performance dos negócios, enquanto apenas cerca de metade dos executivos com baixo desempenho disseram o mesmo.

Menos da metade (42%) dos CEOs de todo o mundo relatam que as parcerias aumentaram em importância após a pandemia. No Brasil, o número é levemente superior, 44%.

Com base nos resultados do estudo, a tese da IBM é que CEOs de empresas com alto desempenho estão focando no que fazem melhor, e contando com parceiros e ecossistemas para acesso a ideias mais amplas e oportunidades de inovação.

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