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O que você precisa saber sobre a microssegmentação na nuvem
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O que você precisa saber sobre a microssegmentação na nuvem

Adotar a microssegmentação na nuvem é uma estratégia sólida que traz os resultados que toda companhia espera em relação à segurança dos dados

Marcos Rocha*

18/11/2020 às 18h00

Foto: Shutterstock

A segurança digital é uma demanda relevante e tem cada vez mais importância estratégica para as empresas que buscam a aceleração e a transformação nos negócios. O momento atual mostra como dados têm imenso valor na gestão das companhias, servindo como base para as tomadas de decisões mais complexas. Há a necessidade de otimizar a forma de operação junto aos data centers, por exemplo, o que a microssegmentação na nuvem é capaz de fazer, mas, para isso, é essencial compreender de antemão o que significa esse conceito.

Quando um usuário acessa as informações de locais externos, como a nuvem, as informações estão suscetíveis a invasões ou abertura de softwares maliciosos. No entanto, se o espaço de operação diante do ambiente de rede é limitado, qualquer problema que aconteça pode ser controlado e rapidamente contornado. Portanto, criar ambientes digitais restritos e seguros é a melhor forma de lidar com esse tipo de vulnerabilidade.

Confira a seguir o que é a microssegmentação em nuvem e como ela pode garantir mais segurança para os processos de tecnologia:

Microssegmentação na nuvem

Atualmente, a nuvem é o ambiente de rede a partir de um servidor que permite que usuários tenham acesso a um data center de maneira remota. Esses locais são mais seguros e restritos, no entanto, isso não é uma garantia completa de que não haverá ameaças à segurança dos dados. É aí que surge a microssegmentação, que é uma técnica de segurança de rede que permite dividir logicamente o data center em segmentos de rede distintos que pode chegar ao nível de uma única carga de trabalho (workload), um recurso que visa limitar ao máximo o espaço de rede explorado por cada usuário externo quando ele faz um acesso ou opera um data center remotamente. Para isso, são criadas essas sessões de menor porte, como um ambiente exclusivo para que cada pessoa consiga operar com risco reduzido.

A microssegmentação na nuvem faz divisões do ambiente sempre com segmentos específicos sendo direcionados para essas sessões. Portanto, cada vez que um usuário vai acessar determinada informação, ele não estará em amplo contato com o data center por completo. Sua navegação estará limitada ao segmento que armazena os dados que ele deseja explorar.

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Uma excelente base de comparação são os controles de níveis de acesso, no entanto, a restrição é feita na estrutura do data center. São criados segmentos de categorias de informação, ou seja, o acesso do usuário é normal. Porém, ele entrará em diferentes sessões, uma vez que está em contato com conteúdos específicos na nuvem da empresa.

Como garantir mais segurança com essa tecnologia?

Esse é um recurso importante e em caráter complementar ao firewall, por exemplo. Por mais que seja uma importante barreira, a divisão do data center em nuvens ajuda a isolar informações e impedir possíveis tentativas de invasão aos dados.

O isolamento de sessões é um conceito que se aplica totalmente quando a ideia é implementar um sistema de microssegmentação na nuvem. A ideia é manter sessões do servidor divididas de modo que elas sejam acessadas de acordo com a atividade de um usuário. Enquanto ele entra na nuvem e começa a operar, aquela "fatia" do data center tem um sistema de monitoramento totalmente dedicado.

A partir disso, por exemplo, é possível ter uma ação rápida caso
haja atividade operacional que coloque em risco a nuvem da empresa. Da mesma forma, se há um ataque gerado por vulnerabilidade, não há o acesso à amplitude das informações geridas. A microssegmentação cria pontos de isolamento que facilitam o combate automaticamente,
assim que a invasão acontece.

Impedimento da progressão lateral

Uma das grandes preocupações quando se fala de segurança em redes
é a progressão lateral de um possível invasor. Isso representa uma ampliação de seu ataque, quando ele consegue explorar dados e informações de qualquer nível na nuvem da empresa. Quando se consegue ultrapassar um firewall, esse ataque usa um ponto de um computador
infectado para acessar tudo o que ele quiser.

Na microssegmentação, ainda que haja a violação de determinada sessão onde a invasão se inicia, não é possível ir além daquele ponto. As informações foram limitadas a um segmento específico e, quando a invasão é detectada, não há possibilidade de progredir, já que o ambiente se encerra ali e não leva para a rede. Desse modo, é como se o invasor ficasse preso em uma armadilha.

A base dessa operação se dá pela estratégia de segmentação da rede. Ela passa a ser dividida em diversas camadas, com temáticas e assuntos bem específicos relacionados. É a partir desse trabalho que se pode ver o acesso às informações ser realizado de maneira mais controlada, o que gera o ponto de segurança fundamental na estratégia de microssegmentação na nuvem.

Quando essa estruturação é feita, há uma configuração mais fácil para ser realizada. Por exemplo, a permissão de movimento de progressão de um segmento a outro é limitado, passando por análises que avaliam a forma como as informações são exploradas por aquele usuário. Além disso, há a facilidade de automatizar o bloqueio operacional na camada, quando há suspeita de invasão.

Por fim, adotar a microssegmentação na nuvem é uma estratégia sólida que traz os resultados que toda companhia espera em relação à segurança dos dados. Quando essa segmentação é criada, o trabalho do departamento de TI reduz consideravelmente seu caráter manual. A divisão é feita de maneira estratégica, o que permite que os usuários possam realizar o acesso sem dificuldades, mas também prepara a detecção automática de ameaças. Assim, o bloqueio de troca de informações com outros segmentos é feito com facilidade. Para implementar a microssegmentação na nuvem, é necessário contar com um fornecedor de ponta. Só assim será possível fazer essa estruturação em camadas de maneira sólida, segura e com funcionamento dinâmico que favoreça a operação dos usuários no cotidiano.

*Marcos Rocha é gerente de portfólio da Nextios

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