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Mercado de biometria vai superar US$ 30 bilhões em cinco anos
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Mercado de biometria vai superar US$ 30 bilhões em cinco anos

Cresce a confiança dos consumidores na autenticação baseada em biometria, por proporcionar maior segurança, conveniência e personalização em múltiplas camadas

Da Redação

28/04/2016 às 16h35

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O mercado global de biometria deve superar a marca de 30 bilhões de dólares em 2021 – o que significa um aumento de 118% em relação a 2015. Muito desse sucesso se deve aos smartphones – que começam a trazer sensores de impressão digital integrados no equipamento. Em 2021, segundo projeções do mercado, serão dois bilhões de aparelhos com esse tipo de tecnologia.

"Os consumidores acreditam cada vez mais na biometria como forma de aumentar a segurança, conveniência e personalização em múltiplas camadas", afirma o analista de pesquisas da ABI Research, Dimitrios Pavlakis.

Por enquanto, América do Norte e Ásia-Pacífico são as regiões que mais se destacam no mercado de biometria. Por conta das atuais tensões e urgente necessidade de aumento de segurança, também a Europa deverá adotar a autenticação biométrica em diversos segmentos. Entretanto, a ABI Research prevê uma rápida expansão na América Latina e no Oriente Médio, por conta do uso no setor bancário e de finanças pessoais, seguidos pelos setores governamentais e de segurança.

Phil Scarfo, vice-presidente global de vendas e marketing da HID Biometrics, afirma que  o Brasil está bem à frente dos demais países da América Latina em termos de implementação da biometria no setor financeiro, especificamente nos caixas eletrônicos. México, Argentina e Colômbia também já estão começando a implantação dessa tecnologia em seus postos de atendimento bancário.

“O mercado de caixas eletrônicos no Brasil é o terceiro maior do mundo, ficando apenas atrás dos Estados Unidos e do Japão. Trata-se de um importante exemplo para os demais países do continente. A grande diferença, entretanto, é que mais da metade dos terminais bancários brasileiros contam com sensores de leitura biométrica – sendo que ainda há quase 70 mil caixas eletrônicos que precisam investir nessa tecnologia. Portanto, há muito que expandir, na medida em que os brasileiros estão se familiarizando cada vez mais com os sensores biométricos em muitos outros setores também. Eles são, inclusive, o primeiro povo da América Latina a fazer o cadastramento biométrico nos cartórios eleitorais – o que demonstra seu pioneirismo e abertura para adotar essa importante ferramenta de gerenciamento de acesso e identidade em outros setores também”, analisa Scarfo.

 Pavlakis concorda. Segundo ele, as empresas vão agir mais agressivamente para a adoção desses novos fatores de forma biométricos e tecnologias. "As tecnologias incluem dispositivos conectados via USB; sensores incorporados em produtos eletrônicos de consumo e cartões de pagamento; 4-finger, reconhecimento de íris e reconhecimento facial em smartphones; e reconhecimento de veias em ATMs", afimra.

Relatório da ABI Research também constata que as empresas de pagamento como Mastercard estão liderando o caminho com as tecnologias multimodais e um forte foco em reconhecimento facial.

Na opinião do executivo da HID, a tecnologia biométrica multiespectral está se desenvolvendo em outras áreas do setor bancário, inclusive. "O objetivo do setor bancário brasileiro é prover total segurança e rastreabilidade – e isso pode ser plenamente alcançado com a tecnologia biométrica. Em determinados casos, quando é necessário um segundo fator, a melhor combinação com a autenticação da impressão digital inclui telefone celular, cartão ou qualquer outro dispositivo pessoal", afirma. É importante lembrar que a essência da autenticação multifatorial é reunir algo que prove quem você é (biometria) com algo que você tem (cartão, smartphone etc.) ou algo que você sabe (senhas, pins etc.)”.

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