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Líderes devem reformular antigas suposições sobre o trabalho híbrido, destaca estudo da Microsoft
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Líderes devem reformular antigas suposições sobre o trabalho híbrido, destaca estudo da Microsoft

Novo relatório do Índice de Tendências do Trabalho revela tendências do trabalho híbrido que todo líder de negócios deve buscar conhecer

Da Redação

23/03/2021 às 18h08

Foto: Adobe Stock

Depois de um ano de mudanças significativas e, algumas, até permanentes provocadas pela pandemia de Covid-19, o modelo de trabalho atual continua apresentando mudanças relevantes. Pesquisas exclusivas e insights de especialistas revelam tendências urgentes para os líderes conforme uma próxima fase do trabalho começa a surgir. Segundo dados do novo relatório do Índice de Tendências do Trabalho, da Microsoft, nesta nova etapa 54% dos trabalhadores remotos na América Latina sentem mais liberdade para serem eles mesmos, mas 49% dos trabalhadores se sentem mais isolados socialmente no trabalho quando comparados com a média global.

O relatório "The Next Great Disruption is Hybrid Work – Are We Ready?" indica que os líderes devem resistir à necessidade de ver o trabalho híbrido da mesma forma que o trabalho tradicional. É necessária a reformulação de antigas suposições, diz o estudo.

"As escolhas que você faz hoje afetarão sua organização nos anos seguintes. É um momento que requer visão clara e uma mentalidade de crescimento", citou Jared Spataro, Vice-presidente Corporativo do Microsoft 365. "Essas decisões impactarão em todos os sentidos, desde como você molda a cultura da organização, até como você atrai e retém talentos, e como você pode promover melhor a colaboração e a inovação".

As descobertas da pesquisa sugerem que este último ano mudou fundamentalmente a natureza do trabalho. "As tendências de colaboração no Microsoft Teams e no Outlook sugerem que nossas redes se contraíram, mas o trabalho híbrido irá revivê-las", diz o executivo. Conforme tendência já apresentada no último relatório do Índice, o tempo gasto em reuniões mais do que dobrou globalmente, e mais de 40 bilhões de e-mails foram entregues no mês de fevereiro deste ano em comparação com o ano anterior.

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Por outro lado, o trabalho tornou-se mais humano. Quase 40% dos entrevistados dizem que se sentem mais confortáveis trazendo um “eu completo” para o trabalho do que antes da pandemia, com um em cada seis relatando que chorou junto com um colega este ano.

O estudo também mostra que estamos à beira de uma disrupção no local de trabalho, com 73% dos trabalhadores entrevistados mostrando que querem as opções flexíveis de trabalho remoto. Neste sentido, as empresas também responderam a isso e os anúncios de trabalhos remotos no LinkedIn aumentaram mais de cinco vezes durante a pandemia. Além disso, mais de 40% da força de trabalho global está considerando deixar seu empregador este ano e 46% estão planejando se mudar agora que podem trabalhar remotamente.

Tendências da América Latina

O estudo global incluiu pesquisas de quatro países latino-americanos: México, Brasil, Colômbia e Argentina. Ele mostrou que os trabalhadores remotos brasileiros tendem a se sentir menos exaustos do que a média global. Quase um terço (31%) dos trabalhadores da América Latina sentem-se exaustos (contra a média global de 39%) e 42% se sentem sobrecarregados (contra a média global de 54%).

Mais da metade (54%) dos trabalhadores remotos na América Latina sentem-se mais propensos a serem eles mesmos no trabalho hoje em comparação com o ano passado (contra a média global de 44%). Porém, eles estão mais isolados socialmente no trabalho. Quase a metade (49%) dos trabalhadores entrevistados na região dizem que suas interações com colegas de trabalho diminuíram (em comparação com a média global de 40%). Os trabalhadores latino-americanos também estão mais propensos (53%) a considerar uma mudança de empregador do que a média global (46%).

Em suma, a questão do trabalho flexível impactará diretamente em quem ficará, quem sairá e quem entrará em uma empresa, diz o relatório.

"Durante esta pandemia, observamos uma rápida aceleração de certas tendências pré-Covid. Mas talvez uma das tendências mais empolgantes seja esse aumento no trabalho remoto. Conforme a oportunidade é democratizada com o trabalho remoto e o movimento de talentos, veremos uma disseminação de habilidades em todo o país, e este é o momento para os líderes empresariais aproveitarem a oportunidade para acessar diferentes habilidades e talentos que não estavam disponíveis anteriormente para eles", disse Karin Kimbrough, Economista-Chefe do LinkedIn.

Tendências e ações

Para ajudar as organizações nessa transição, o Índice de Tendências do Trabalho de 2021 descreve os resultados de um estudo com mais de 30.000 pessoas em 31 países, além da análise de trilhões de sinais agregados de produtividade e trabalho em todo o Microsoft 365 e o LinkedIn. Também inclui perspectivas de especialistas que estudam questões como a colaboração, o capital social e o design espacial no trabalho por décadas.

Com isso, a Microsoft revela sete tendências do trabalho híbrido que todo líder de negócios precisa saber ao entrar nesta nova era de trabalho:

  • O trabalho flexível veio para ficar;
  • Os líderes estão fora de contato com os funcionários e precisam perceber isso;
  • A alta produtividade está mascarando uma força de trabalho esgotada;
  • A Geração Z está em risco e precisa ser reenergizada;
  • Redes contraídas estão colocando em risco a inovação;
  • A autenticidade estimulará a produtividade e o bem-estar;
  • O talento está em todo lugar em um mundo de trabalho híbrido.

Além de descobrir o que está em jogo no futuro do trabalho, o Índice de Tendências do Trabalho identifica cinco estratégias que podem ajudar líderes empresariais a iniciarem as mudanças necessárias:

  • Crie um plano para capacitar as pessoas para extrema flexibilidade;
  • Invista em espaço e tecnologia para fazer a ponte entre os mundos físico e digital;
  • Combata a exaustão digital desde o início;
  • Priorize a reconstrução do capital social e da cultura;
  • Repense a experiência dos funcionários para competir pelos melhores e mais diversificados talentos.

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