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CEO do Google alerta sobre a urgência da regulação da IA
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CEO do Google alerta sobre a urgência da regulação da IA

Em editorial ao Financial Times, Sundar Pichai chama a atenção para países se reunirem globalmente para definir as bases que regularão a tecnologia

Da Redação

21/01/2020 às 16h00

Foto: Shutterstock

Na visão de Sundar Pichai, CEO do Google e da Alphabet, países precisam se reunir globalmente para definir as bases que regularão a inteligência artificial. Só assim, será possível diminuir os possíveis danos que o uso indevido da tecnologia pode proporcionar.

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Em editorial assinado para o Financial Times, Pichai levanta o debate e preocupações sobre efeitos colaterais negativos que já habitam a internet como deepfakes e o uso de ferramentas de reconhecimento facial por autoridades.

“Empresas como a nossa não podem simplesmente construir novas tecnologias promissoras e deixar que as forças do mercado decidam como será usada. É igualmente nossa obrigação garantir que a tecnologia seja aproveitada para o bem e esteja disponível para todos”, assinalou.

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A regulação é importante, diz Pichai, pois ajudará as empresas a entenderem os limites de uso de IA assim como apresentar implementações da tecnologia para as devidas verticais. Como a aplicação de sistemas inteligentes dentro de setores como saúde e automobilismo.

“Boas estruturas regulatórias considerarão segurança, explicabilidade, justiça e responsabilidade para garantir o desenvolvimento das ferramentas certas da maneira certa. A regulamentação sensata também deve adotar uma abordagem proporcional, equilibrando possíveis danos, especialmente em áreas de alto risco, com oportunidades sociais”, explica.

No texto, Pichai também posiciona o Google como uma empresa preocupada em fomentar o uso correto da inteligência artificial, como na parceria feita com a Universidade de Londres para criar um modelo de inteligência artificial capaz de otimizar a detecção de câncer de mama. “Oferecemos nossa experiência e ferramentas à medida que navegamos juntos nessas questões”.

Entretanto, o uso dessa tecnologia ainda é bastante inconclusivo mesmo para grandes companhias. A própria Google, que no ano passado investiu em diversos produtos como a IA Platform, que auxilia desenvolvedores no uso dessa inteligência artificial, também foi questionada sobre o uso do sistema para a análise de dados médicos realizada dentro do sistema de saúde Ascension, e também sobre a formação do seu conselho de IA, dissolvido ainda na fase inicial.

Questões a parte, não dá para negar que essa discussão será cada vez mais recorrente e profunda dentro do mercado de tecnologia.

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