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Automação: o próximo passo da estratégia multicloud
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Automação: o próximo passo da estratégia multicloud

Mas é preciso ir além das soluções que são apenas caixas de armazenamento de dados para aquelas que ofereçam inteligência para o negócio

Raymundo Peixoto*

06/08/2020 às 17h55

Foto: Adobe Stock

A corrida por estratégias multicloud já não é mais um tema recente. Mas ainda assim há muitas dúvidas que precisam ser esclarecidas sobre qual a melhor opção para atender as necessidades atuais e trazer ganhos efetivos para os negócios. O fato é que existe uma grande diferença entre os potenciais benefícios de estratégias híbridas e a realidade de sua implementação. Segundo dados da IDC, em 2022, 70% das empresas vão precisar de soluções para gerenciamento de nuvem, por conta das estratégias de multicloud.

Essa tendência acontece justamente porque essas estratégias se concretizam de maneira eficaz quando utilizadas para otimizar custos e ganhos de agilidade, tanto na execução das aplicações críticas, como no desenvolvimento de aplicações cloud nativas.

Contudo, elas geram um dos principais obstáculos da jornada de transformação digital: a gestão da crescente diversidade de cargas de trabalho, que é acompanhada pelas limitações de custos e complexidade de infraestruturas de TI. O core, a borda e a nuvem necessitam de atenção e manutenção para que as equipes de negócios consigam tirar efetivamente proveito das informações e dos dados gerados e não representem novos problemas para os gestores, que não devem trabalhar com um olho no gato e outro no peixe. E, para simplificar essa dinâmica e a própria TI, surge a automação, com o software aplicado na própria infraestrutura.

É preciso ir além das soluções que são apenas caixas de armazenamento de dados, ou conectores de rede, mas que ofereçam inteligência e simplificação para o negócio. Com aplicação de machine learning, sistemas inteligentes que reduzem a necessidade de mão de obra desde sua implementação, com processos automatizados de provisão inicial, migrações, balanceamento de carga e resolução de problemas – ações necessárias, mas que exigem tempo que poderia ser dedicado à inovação.

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Assim como em um veículo autônomo, que desenvolve atividades como a assistência de permanência na faixa, a navegação e outros recursos de forma independente, existem opções de infraestruturas autônomas que permitem que o administrador indique o resultado esperado – o destino da jornada – e o sistema calcula a maneira de fazer a viagem. Com isso, os gestores conseguem ampliar o uso de suas soluções de nuvem e efetivamente garantir a redução de custos, aumento da eficiência operacional, além de tirar proveito dos melhores recursos oferecidos por diferentes fornecedores.

A automação de processos não é apenas para simplificar a vida, mas também para reduzir os erros humanos de operações repetitivas da operação. Dados do Gartner indicam que até 2023, 40% dos times de infraestrutura e operação de grandes empresas trabalharão com soluções automatizadas com inteligência artificial, ganhando agilidade, produtividade e escalabilidade. A consultoria ainda acredita que a automação não ficará limitada às atividades básicas do dia a dia, e serão aplicadas para funções que exigem algum esforço mental dentro da operação. Um exemplo é ir além identificar uma falha, mas apresentar opções de correção, ou até mesmo resolver o problema.

Atualmente, o que podemos encontrar são soluções com assistentes, que auxiliam no controle de ciclo de vida e reduzem os riscos da infraestrutura, simplificando operações diárias e gerenciamento de ciclo de vida com atualizações de sistema modular automatizado, continuamente confirmando as configurações corretas de hardware e firmware. E ainda serviços de assistente de expansão, que relacionam o tamanho da infraestrutura com as necessidades de negócio, adicionando, removendo ou reatribuindo capacidade de automação com recursos automáticos e que sejam capazes de provisionamento e escala.

A aplicação de software na infraestrutura cria uma colaboração disruptiva com o monitoramento dos sistemas de armazenamento e combina machine learning e inteligência humana para oferecer análise de capacidade e desempenho em tempo real.

Por fim, a importância das equipes de TI combinada com a automação de processos e uma estratégia multicloud bem desenhada, será capaz de resolver problemas reais das operações, trazendo ganhos efetivos para os negócios. É preciso somar a inteligência humana com a aprendizagem de máquinas para garantir o sucesso nesse processo.

*Raymundo Peixoto é vice-presidente sênior de Soluções para Datacenter da Dell Technologies para América Latina

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