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A privacidade dos dados é um desafio para a sociedade, e não uma questão tecnológica
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A privacidade dos dados é um desafio para a sociedade, e não uma questão tecnológica

"Ainda temos algum caminho a percorrer antes de sermos capazes de caracterizar com precisão os nossos clientes sem resvalar para uma área onde o uso de dados se torne assustador, impróprio ou antiético", afirma Marie Wallace, da IBM

Ron Miller, CITEWorld

18/02/2014 às 13h07

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Quando se trata de Big Data e Analytics, Marie Wallace,  da IBM,  sabe o que está falando. Como o estrategista de Analytics da empresa, ela passou mais de uma década envolvida com a pesquisa e desenvolvimento da divisão de construção de conteúdo, semântica e tecnologias de análise social que hoje sustentam soluções como o IBM Watson.

Wallace vê grande potencial na extração de dados significativos de fluxos sociais internos e externos, mas ela acredita que a nossa tecnologia pode ter chegado à frente da capacidade da sociedade em lidar com esta avalanche de dados. Podemos aprender muito sobre os clientes, mas temos de ser muito cautelosos com a nossa curiosidade para não assustar e ofender  funcionários e clientes.

Quando usamos dados sabiamente e bem, eles têm potencial para nos dar uma visão incrível e habilidades preditivas. Quando os usamos mal, eles podem ser ameaçadores, diz Wallace.

Entrevistei Wallace e perguntei a ela sobre o que esperar do poder e da promessa do Big Data. Aqui estão alguns destaques:

> Nós temos que ser extremamente cuidadosos com os dados das pessoas, especialmente no local de trabalho
"Nós ainda temos algum caminho a percorrer antes de sermos capazes de caracterizar com precisão os nossos clientes sem resvalar para uma área onde o uso dos dados se torne assustador, impróprio ou antiético. Os tipos de invasões de privacidade que podem ocorrer no mundo da mídia social externa são totalmente inaceitáveis ​​no local de trabalho."

> A privacidade dos dados é um desafio para a sociedade, e não uma questão tecnológica
"Temos a capacidade técnica, com alguns desafios, concordo, para construir sistemas de análise que sejam transparentes, éticos, respeitem a privacidade e garantam a autonomia pessoal. A questão é que ainda temos de ver o ímpeto da sociedade para a implementação de tais proteções para os cidadãos. Até que isso aconteça, empresas não vão investir em privacidade. É uma questão de prioridades."

> Devemos parar de usar os termos "Big Data", "Business Intelligence" e "Analytics" de forma intercambiável
"Para mim 'Big Data' encapsula as plataformas e métodos que estão surgindo para que possamos processar grandes volumes de dados de diversas fontes. 'Business Intelligence" refere-se às  métricas tradicionais e elaboração de relatórios sobre as fontes de dados estruturados e "Analytics" é mais vago, e abrange todo o resto ...."

> As mídias sociais e as análises estão assumindo um papel muito mais importante em marketing
"A análise de mídia social está substituindo a pesquisa de mercado tradicional e é aí que eu vejo a maior parte do investimento inicial, juntamente com a área relacionada com a gestão da marca. Permite às empresas terem uma visão quantitativa e qualitativa do que as pessoas estão dizendo sobre seus produtos, concorrentes e mercado, para que possam compreender as tendências emergentes em tempo real. "

> Está otimista sobre wearables , como Fitbit e  os rumores do iWatch, da Apple
"Os dados que estão sendo gerados por sensores de movimento são particularmente interessantes quando combinados com dados sobre a saúde, dados sociais e dados móveis. Nós poderíamos fornecer a todos os cidadãos conselhos de saúde pessoal, fazer recomendações em tempo real para ajudá-los a maximizar os resultados, ajudá-los a escolher os produtos certos no supermercado (que evite ingredientes que causem alergias e prejudiquem a saúde e as metas pessoais) para proporcionar-lhes reforço positivo nos momentos certos (ao abrir a geladeira) e conectá-las com uma rede de apoio pessoal (sociais e comunidade) ".

Clique aqui para ler a entrevista completa, em inglês.

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