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A importância do monitoramento para as equipes de TI
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A importância do monitoramento para as equipes de TI

Bem feito, ele evita situações adversas à produtividade, garantindo a boa imagem da área e do CIO.

Ricardo Martins *

10/11/2011 às 7h58

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No passado, o suporte das TI passava, apenas, pela configuração da infraestrutura de informática e pelos procedimentos de emergência em caso de falha de equipamentos e sistemas. Hoje, uma grande parte do trabalho das equipes de TI passa pela monitoração regular de sistemas e aplicações garantindo, assim, o correto funcionamento destes nas organizações.

Os sistemas de monitoramento podem ser encarados, neste momento, como uma peça central de produtividade. A título de exemplo, observamos facilmente que o grau de eficiência e de dimensionamento de grande parte das redes e de sistemas informáticos determina, automaticamente, qual o número de de usuário pode acessar, ao mesmo tempo, qualquer servidor ou aplicação, assim como a velocidade deste acesso.

Em caso de falha no acesso a servidores ou aplicações (falhas totais, lentidão provocada por malwares não detectados, ou outros), os usuários podem sofrer o impacto de conexões demasiado lentas, perda de documentos, de emails ou outras situações adversas à produtividade. Estes casos não são, frequentemente, suficientes para causar a paralisação total no trabalho, mas originam quebras diversas, reduzem a produtividade e provocam impactos financeiros indiretos, muitas vezes difíceis de calcular. Além disso, existem outras preocupações recorrentes: problemas de software, sistema operativo, hardware, comunicações, entre muitos outros. Qualquer avaria em um destes componentes implica uma redução ou quebra de produtividade associada às TI.

A monitorização de sistemas e respectiva alarmística existe sobre diversas formas, dependendo dos sistemas ou servidores a que se destina. Algumas são simples rotinas ou inspecções automáticas de sistemas utilizando software open source. Outras são bastante mais complexas, chegando ao ponto de promover testes físicos para avaliar a performance de um sistema. Em qualquer caso, o objetivo é obter o controle efetivo das tecnologias de informação que reduza, em uma fase posterior, o risco de erro ou catástrofe.

Quase todas as empresas necessitam de monitoração, independentemente da sua dimensão. Pequenas empresas poderão utilizar simples aplicações de teste e alerta, caso seja encontrada alguma anomalia. Muitas destas aplicações podem executar backups de sistemas, fornecer dados sobre espaço disponível, e volumes ou memória disponíveis para processamento.

Grandes organizações e empresas, especializadas em suporte e hosting, devem ir mais longe na procura de soluções intensivas de monitoração. Nestes casos, os elevados custos de soluções especializadas são largamente ultrapassados pelos danos causados, em caso de falha, nos sistemas e por longos períodos de inatividade de negócios.

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