Fazer login no IT Mídia Redefinir senha
Bem-vindo de volta,
Digite seu e-mail e clique em enviar
Ainda não tem uma conta? Cadastre-se
Salvar em Nova pasta de favoritos

+

Criar pasta
Salvar Escolher Pasta
2016: o Ano da Nuvem (de novo)
Home > Tendências

2016: o Ano da Nuvem (de novo)

No ano de 2016, o mundo estará nas nuvens. Isso será tanto bom quanto ruim

Kong Yang *

22/12/2015 às 7h18

Foto:

A adoção quase completa da virtualização, assim como a
investigação da nuvem e de outras estratégias de computação não
tradicionais, está muito mais
avançada do que o esperado para este momento – especialmente entre as
empresas de pequeno e médio portes.

Fazer com que os aplicativos sejam
verdadeiramente móveis é redefinir como as empresas pensam sua
infraestrutura de TI.

De
fato, infraestruturas que nunca tinham sido consideradas flexíveis o
suficiente para deixarem os data centers agora estão sendo hospedadas
fora do local. As pessoas
não apenas deixaram de temer essa mudança, como estão empolgadas com ela.
Implementações bem-sucedidas do Office 365 levam mais empresas a
considerar a mudança para fora do local. A tendência à portabilidade e à
capacidade de configuração baseada em software
da infraestrutura está efetivamente começando a decolar.

Com esse estágio definido, apresentamos algumas das principais previsões da SolarWinds para 2016.

Maior atratividade da nuvem

Como
dissemos, a nuvem não é mais a grande novidade e já superou o auge
do hype. Em 2015, se tornou apenas mais uma ferramenta
disponível. Mais
importante, a gerência passou a confiar nela em termos de
disponibilidade e segurança, e os CFOs descobriram as
“vantagens da escalabilidade elástica”, a flexibilidade de
aumentar ou diminuir, conforme necessário, evitando gastos desnecessários.

Com a primeira etapa da nuvem já conquistada (a migração de aplicativos
existentes em execução em hipervisores locais), a TI está adotando e
tentando habilitar serviços always on sob demanda, real vantagem da nuvem. 

Em 2016, veremos cada vez mais empresas tentando contornar o modelo de
aplicativos em execução na nuvem. Elas já estão migrando
para serviços totalmente gerenciados, como Amazon RDS e Azure SQL, e
deixando as caixas privadas do Oracle, SQL Server
e MySQL para trás. O ano que vem trará mais experimentação com sistemas
de bancos de dados nativos na nuvem, agentes de comunicação,
cache distribuído e outras tecnologias básicas de nuvem. A possibilidade
de pagar de acordo com o uso é atrativa demais
para ser desperdiçada.

Comprometimento da confiança na nuvem

Apesar
de todas as suas vantagens, a nuvem não é uma fortaleza impenetrável
(afinal, nada é!). Portanto, é quase uma conclusão inevitável que, no
transcorrer de 2016,
um grande provedor de serviços de nuvem cairá vítima de uma importante
violação, o que terá um enorme impacto em todas as empresas que dependem
dele.

As
consequências de tal violação serão amplificadas devido ao fato de que
muitas empresas desejosas de migrar serviços para a nuvem terem deixado de investir  tempo e recursos suficientes em protocolo de segurança e
criptografia dos dados.

CIO2503

E-book por:

Portanto, com os fornecedores de nuvem conectando
tantos dados, é só uma questão de tempo até que isso aconteça – e que
fiquemos sabendo.

Uma palavra sobre contêineres

Contêineres
de empresas como Google, Docker, CoreOS e Joyent se tornaram
importantes tópicos da discussão sobre a nuvem. Organizações dos
principais setores,
desde finanças até comércio eletrônico, desejam compreender melhor o que
são os contêineres e qual a melhor forma de utilizá-los nas operações
de TI. Esse aumento de conscientização e o sucesso de empresas
Web Scale inovadoras, como Google, Amazon
e Netflix, levaram a avaliações mais profundas em organizações de TI
para tentar extrair algum valor da integração de
contêineres.

Em
poucas palavras, um contêiner consiste em todo um ambiente de
execução (um aplicativo, suas dependências, bibliotecas e outros
binários e os arquivos de
configuração necessários à sua execução) em um único pacote. Essa
mudança para a conteinerização causa pressão sobre a capacidade de
entender quais ferramentas estão disponíveis (por exemplo, Kubernetes,
Chef e Puppet) e qual a melhor maneira de implementá-las.

No
transcorrer de 2016, a conteinerização continuará a dar trabalho, com as organizações tentando compreender a melhor
forma de utilizá-la para
cada aplicativo e serviço. Embora algumas possam ficar relutantes quanto
à adoção de contêineres devido à familiaridade com a virtualização, os
contêineres são muito mais leves e usam muito menos recursos do que as
máquinas virtuais. Há quem considere os contêineres
a chave para o universo do OpenStack.

 

(*) Kong Yang é gerente técnico da SolarWinds

Vai um cookie?

A CIO usa cookies para personalizar conteúdo e anúncios, para melhorar sua experiência em nosso site. Ao continuar, você aceitará o uso. Para mais detalhes veja nossa Política de Privacidade.

Este anúncio desaparecerá em:

Fechar anúncio

15