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Tecnologias legadas estão entre os principais entraves da transformação digital, alerta estudo
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Tecnologias legadas estão entre os principais entraves da transformação digital, alerta estudo

Pesquisa encomendada pela Veeam Software aponta os gargalos da digitalização mundo afora. Déficit em talentos também desafia organizações

Carla Matsu

02/06/2020 às 10h30

Foto: Shutterstock

Quase metade das organizações globais estão com suas jornadas de transformação digital prejudicadas devido às tecnologias legadas e não confiáveis, apontou pesquisa da Veeam Software feita com mais de 1.500 empresas globais. Segundo o Relatório de Tendências de Proteção de Dados Veeam 2020, divulgado nesta terça-feira (2), 44% das empresas ouvidas também citam a falta de habilidades no mercado ou conhecimentos de TI como barreiras para o sucesso de suas transformações.

A pesquisa, encomendada pela Veeam, foi conduzida pela Vanson Bourne, e cobriu organizações em 22 países, no início de 2020. Entre os países pesquisados ​​estão o Brasil, Argentina, México, Estados Unidos, Alemanha, França, Japão, China e Reino Unido. O estudo buscou entender a abordagem das empresas em relação à proteção e gerenciamento de dados, ao mesmo tempo questionou como as organizações estão se preparando para os desafios de TI conforme avançam a digitalização.

Apesar de a pesquisa ter sido levantada pouco antes da pandemia de covid-19 forçar o isolamento social pelo mundo, Elder Jascolka, Country Manager da Veeam no Brasil, avalia que os resultados vêm para endossar ainda mais a urgência da digitalização e as diferentes camadas de segurança que ela cobra. Afinal, com equipes descentralizadas em suas casas, investimentos em nuvem e cibersegurança se tornaram mandatório.

"Acelera ainda mais esses processos”, destaca Jascolka ressaltando que os modelos de negócios tradicionais, que não tinham a tecnologia como pilar ou em segundo plano, agora, se veem ainda mais fragilizados. Se entre os principais desafios para avançar a transformação digital nas organizações está a mão de obra hábil para trabalhar com tecnologias atuais, na visão de Jascolka, a pandemia expõe ainda mais o problema. “Você não só precisa de mão de obra especializada como precisa dela em curto prazo”, complementa.

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Tecnologias legadas atrasam a inovação

Um dos grandes gargalos para a transformação digital, segundo a pesquisa, está nas tecnologias legadas que ilham as organizações. Cerca de 40% das empresas entrevistadas ainda dependem de sistemas legados para proteger seus dados sem considerar totalmente o impacto negativo que isso pode ter para a organização.

Quase todas as empresas (95%) admitiram ter tempo de inatividade, com um em cada dez servidores enfrentando interrupções inesperadas a cada ano. Tais problemas podem durar horas, custando assim centenas de milhares de dólares. Essa constatação aponta, diz a Veeam, a necessidade urgente de modernizar a proteção de dados e focar em continuidade de negócios para habilitar a transformação digital.

Danny Allan, CTO e vice-presidente sênior de estratégia de produtos da Veeam, coloca a proteção e o gerenciamento de dados na nuvem híbrida como o grande "calcanhar de Aquiles" na transformação digital. “A proteção de dados deve estar além das soluções legadas desatualizadas, em um grau mais alto de inteligência capaz de antecipar as necessidades e atender às demandas em constante evolução. Com base em nossos dados, a menos que os líderes empresariais reconheçam essa urgência - e ajam com base nisso - a transformação real simplesmente não acontecerá. "

Elder Jascolka reforça o tom: "não dá para se trabalhar como se trabalhava há 20 anos com o mercado e com a demanda que se tem hoje. Conversando com os executivos das empresas, quando se olha para o legado, ele tem de adaptar o negócio à ferramenta e é extremamente problemático, porque primeiro você tem de pensar como ajustar a ferramenta para depois ajustar o seu negócio. Não faz sentido. Você tem de olhar para o seu negócio e fazer com que a sua ferramenta de proteção de dados acompanhe ele”.

De acordo com os dados da Veeam, estima-se que uma hora de inatividade de um aplicativo de alta prioridade custe US$ 67.651, enquanto esse valor é de US$ 61.642 para um aplicativo normal. Esse tempo de inatividade não afeta somente a TI e os orçamentos, lembra Jascolka, afeta o negócio como um todo. "Se as empresas têm uma proteção de dados precária, não consegue fazer a recuperação de desastre, isso não só reflete na tecnologia, mas impacta toda a empresa. Proteger seu dado não é mais proteger a TI e sim proteger seu negócio.”

A proteção está na nuvem

O levantamento da Veeam ainda aponta que metade das empresas reconhece que a nuvem tem papel fundamental a desempenhar na estratégia de proteção de dados de hoje; e provavelmente se tornará ainda mais importante no futuro.

“Ao começar a modernizar suas infraestruturas em 2020, as companhias esperam continuar sua jornada de transformação digital e aumentar o uso da nuvem. As soluções legadas destinavam-se a proteger dados em datacenters físicos no passado, mas são tão desatualizadas e complexas que custam mais dinheiro, tempo e recursos do que se imaginava”, alertou o CTO da companhia.

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