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Serverless computing: o que é preciso saber

Certifique-se de ter considerado os prós e contras antes da adoção

David Linthicum , InfoWorld/EUA

28/03/2019 às 18h52

Foto: Shutterstock

Você está considerando adotar o modelo de  computação sem servidor? Pois saiba que não está sozinho. Pesquisa recente, divulgada pela New Stack, revela que metade dos executivos de TI ouvidos  já abraçou a arquitetura sem servidor, e 28% pretendem fazê-lo nos próximos 18 meses.

Realizada com 608 empresas, a pesquisa descobriu que os benefícios do serverless incluem escalabilidade e maior velocidade de desenvolvimento. Para usuários serverless, a adoção está se espalhando rapidamente; 32% dos pesquisados ​​disseram que mais de um quarto das cargas de trabalho de sua organização usam tecnologia sem servidor baseada em nuvem.

O que falta é um olhar crítico sobre a tecnologia serveless. Saber quando o uso é recomendado e quando não é.

Do lado profissional, o modelo serverless oferece dois grandes benefícios:

1 - A capacidade de acelerar o desenvolvimento de aplicativos.

2 - Capacidade de impulsionar o dimensionamento dinâmico e as operações para o provedor de nuvem, às vezes chamado de "no-ops", embora se pareça mais com “less-ops”.

O lado negativo é um pouco mais complexo:

- Serverless é bom para novos aplicativos, mas a migração pode ser extremamente trabalhosa e arriscada. Um típico caso em que é melhor começar do zero do que portar algo que não se encaixe na nova estrutura.

- O custo da execução serverless, comparado ao de um ambiente de computação em nuvem tradicional, parece ser um pouco maior, dependendo de com quem você fala.

Em dúvida se você deve seguir a multidão e adotar serverless?

Meu conselho é o mesmo daqueles dado em relação à adoção de containers e Machine Learning: antes da adoção você precisa encontrar um caso de uso, e avaliar os custos.

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