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Segunda onda de Covid-19 é a principal preocupação dos executivos, diz Gartner
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Segunda onda de Covid-19 é a principal preocupação dos executivos, diz Gartner

Executivos preocupam-se com respostas estratégicas à pandemia e os ajustes aos novos modelos de trabalho

carla

20/07/2020 às 18h00

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Com muitas regiões retornando às atividades regulares e levando a força de trabalho de volta ao escritório, executivos e líderes temem pela garantia da estabilidade e a segurança da equipe e dos negócios. Uma pesquisa realizada com mais de cem executivos sobre riscos emergentes apontou que os seniores estão preocupados com a possibilidade de um segundo surto de Covid-19, no segundo trimestre de 2020. Além de temerem pelo gerenciamento estratégico da crise internamente diante de um novo cenário incerto.

O relatório “Emerging Risks Monitor”, realizado pelo Gartner, entrevistou 131 executivos seniores de setores e regiões geográficas distintas sobre as principais preocupações enfrentadas por seus negócios. Uma "segunda onda" da Covid-19 superou as preocupações dos executivos, mesmo que muitas regiões ainda estejam enfrentando a primeira onda do vírus.

A preocupação relacionada às implicações financeiras da pandemia estava entre as dez primeiras do ranking, com executivos expressando preocupações sobre as novas condições de trabalho de suas organizações e respostas estratégicas à crise.

"As preocupações com uma segunda onda da pandemia revelam a fragilidade psicológica da maioria dos líderes empresariais que estão chegando ao verão", diz Matt Shinkman, Vice-presidente do Gartner Risk and Audit Practice. “Os executivos têm lutado com estratégias de reabertura, complicadas por diferentes estágios do coronavírus em diferentes regiões. Agora está ficando claro que um plano de ‘re-saída’ também será uma parte necessária de qualquer estratégia desse tipo".

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Embora fatores externos tenham desempenhado um papel extraordinariamente grande na definição das visões dos executivos seniores sobre riscos desde o início do ano, é notável que dois dos três principais riscos destacados pelos executivos no segundo trimestre de 2020 foram focados internamente: desenvolvendo um novo modelo de trabalho eficaz para os funcionários e clientes; e respondendo estrategicamente às novas condições criadas pela pandemia.

Em relação aos dois riscos internos relacionados à pandemia, o Gartner recomenda o seguinte:

Novo modelo de trabalho

Embora as equipes de executivos continuem a lidar com os requisitos de reabertura, como garantir medidas adequadas de distanciamento social, transformar locais de trabalho e gerenciar agendas escalonadas de funcionários, Shinkman diz que funcionários e clientes também precisam de orientação psicológica e incentivo para saber como atuar neste novo ambiente. Os gerentes de risco estão colaborando entre as funções para trabalhar holisticamente nessas questões, além de incentivar o planejamento de cenários para refletir a natureza instável da pandemia em andamento.

Correções estratégicas

À medida que muitas organizações passam de uma postura de sobrevivência pura para tentar buscar uma posição mais efetiva no novo clima operacional, as armadilhas de corrigir demais ou não levar em conta as diferenças regionais nas condições de trabalho podem atrapalhar qualquer tentativa de recuperação robusta. O Sr. Shinkman observou uma oportunidade para os líderes de risco complementarem o trabalho dos colegas de estratégia e finanças, identificando os principais indicadores que são importantes do ponto de vista defensivo e oportunista.

Embora a Covid-19 continue sendo a ameaça externa mais imediatamente visível para os executivos, riscos adicionais, incluindo o status das negociações comerciais EUA/China e as próximas eleições nos EUA, também chegaram aos cinco principais riscos emergentes do mundo.

"Alguns dos riscos mais emergentes nos próximos 12 meses têm implicações políticas e sociais", diz Shinkman. "Não são áreas nas quais as grandes empresas têm um forte histórico de navegação fluente e exigirão que suas equipes de risco tomem medidas proativas para entender como as mudanças potencialmente históricas alterarão o ambiente operacional dos negócios", recomenda.

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