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Para CIO da Schneider Electric, tecnologia é uma habilitadora

Com quase 30 anos de experiência em diferentes setores, o CIO da Schneider, Djalma Carvalho, acredita que tecnologia e negócios devem caminhar juntos

Luiz Mazetto

26/04/2019 às 9h00

Foto: Divulgação

Desde muito cedo, o Diretor de Tecnologia da Schneider Electric para a América do Sul , Djalma Carvalho, já enxergava a TI de forma conjunta com a área de negócios. “Gosto de tecnologia, mas antes gosto muito de falar de negócios, a tecnologia é uma habilitadora”, afirma o executivo de 47 anos, que é natural de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.

Formado em Análise de Sistemas e com especialização em Administração e Gerenciamento de Negócios, Djalma diz que percebeu logo no início da carreira, na primeira metade dos anos 1990, que queria entender mais sobre diferentes os processos de negócios e também sobre o funcionamento de uma empresa.

E foi o que fez nos anos seguintes, quando trabalhou em companhias de setores que vão desde finanças até telecomunicações e bens de consumo, como JP Morgan Chase & Co, Nestlé Nespresso, Cadbury PLC (Adams / Kraft), Comsat Telecommunications (BT) e Arthur Andersen (Delloite). “Essa busca por diferentes mercados tem a ver com o meu interesse por negócios. O mundo é muito grande.”

Para o executivo, a sua vinda para a Schneider, em junho de 2017, lhe permitiu consolidar os processos que aprendeu ao longo dos quase 30 anos de carreira. “É a primeira oportunidade em que a tecnologia realmente faz parte dos negócios”, explica, destacando que, na companhia, a tecnologia é uma habilitadora e também um produto final.

“Nos últimos dois anos, os esforços foram focados em criar uma área de TI conectada, organizada, com estratégia 3 governança, para atender às demandas internas e também para começar a se envolver com negócios”, aponta Djalma, que conta com cerca de 60 pessoas de 10 países da região em sua equipe.

E para gerenciar um time tão extenso e diverso, o executivo pode contar com a sua experiência como professor, uma vez que já deu aulas em instituições como Senac, onde lecionou sobre tecnologia por seis anos para uma variedade de públicos. “Ter uma sala de aula com diferentes níveis de conhecimento traz um desafio enorme no sentido de deixar tudo balizado e todos interessados”, relembra o executivo, que desde agosto de 2018 também está à frente do Instituto Schneider, que desenvolve uma série de ações sociais no país.

Atualmente, explica o diretor, a Schneider Electric passa por um momento em que avalia todas as aplicações disponíveis para reduzir em quase 70% as aplicações na América do Sul, de forma a diminuir riscos, manutenção e infraestrutura, entre outros pontos. “A TI é mandatória para uma operação eficiente”, finaliza.

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