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O Small Data é tão importante quanto o Big Data
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O Small Data é tão importante quanto o Big Data

Eles podem nos ensinar muito sobre o comportamento humano. Especificamente aqueles relacionados com os processos de recrutamento e seleção

Da Redação, com IDG News Service

24/03/2014 às 11h11

Foto:

Os profissionais de recursos humanos continuam confiando em aplicações
de Big Data para afinarem os processos de contratação. Aproveitam a análise de
dados até para prever o comportamento e o desempenho do candidato. No entanto,
com tantos dados valiosos disponíveis é fácil esquecer uma das partes mais
importantes do processo de recrutamento e seleção: o elemento humano.

Concentrarem-se no “small data” pode não só melhorar a velocidade e a
eficiência dos processos de seleção como tornar mais fácil de encontrar os
talentos. “Foi muito emocionante ver, nos últimos anos, a quantidade de
ferramentas que surgiram para coleta e análise de dados, e eu não tenho nenhum
problema em usá-las”, disse Jason Berkowitz, vice-presidente da Seven Step
Recruiting Process Outsourcing.

As aplicações ajudam as organizações a descobrirem, por exemplo as áreas nas
quais os candidatos têm dificuldades no preenchimento das fichas da
candidatura, pelo tempo que demoram completando certos itens. E a análise dos
dados também ajuda as empresas a entenderem melhor o seu poder de atração e
retenção de talentos.

No entanto, incidindo apenas sobre o que os candidatos fazem durante o
processo, e a forma como navegam nem uma página, essas ferramentas cobrem
apenas parte da equação. É importante perceber as razões disso, ressalva
Berkowitz .

“Me preocupa o fato de nos esquecermos que, quando estamos procurando
talentos para contratação, estamos falando de pessoas reais. Os seres humanos
são mais do que um currículo e uma ficha cadastral”, reforça Berkowitz. São um
todo, e “juntamente com a vida rica além do trabalho, há elementos capazes de adicionar
profundidade e amplitude ao seu valor como empregado” , explica.

Recordar a história humana por trás da aparência digital de um candidato, e
de seu currículo é particularmente importante para a nova geração de
recrutadores, sublinha Berkowitz . Muitos deles são nativos digitais e, às
vezes distraem-se com o volume de informações que as ferramentas de análise
oferecem.

“O que chamamos de small data pode nos ensinar muito sobre o comportamento
humano, especificamente aqueles relacionados com os processos de recrutamento e
seleção. Podemos intuir sobre as potenciais habilidades de um empregado, como a
atenção com os detalhes, perseverança e a criatividade, por exemplo”, disse o
executivo.

Importante nas PME
Os “pequenos” dados também podem ajudar as pequenas empresas a otimizarem e
facilitarem o processo de recrutamento e contratação em si, com base no
comportamento dos candidatos. Muitas empresas acreditam que os candidatos
realmente interessados em trabalhar para elas, fazem o que é necessário para completar
o processo de seleção.

E se não o fizerem, então não são adequados. Mas há muitas razões pelas
quais não se completa uma ficha de seleção e mesmo as ferramentas de Big Data
só conseguem contar uma parte da história.

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Esse método ignora os candidatos mais passivos. Pode acontecer de até os
melhores candidatos não estarem cientes do seu interesse em trabalhar para uma
empresa, e não chegarem à entrevista, disse Berkowitz.

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