Fazer login no IT Mídia Redefinir senha
Bem-vindo de volta,
Digite seu e-mail e clique em enviar
Ainda não tem uma conta? Cadastre-se
Salvar em Nova pasta de favoritos

+

Criar pasta
Salvar Escolher Pasta
Tecnologia para os negócios: 6 tendências para considerar em 2022
Home > Notícias

Tecnologia para os negócios: 6 tendências para considerar em 2022

Mundo que conhecemos antes de 2020 nunca mais retornará. Mas que tecnologias vão impactar os negócios no próximo ano?

Caroline Capitani*

18/11/2021 às 17h23

Foto: Shutterstock

Estamos há quase dois anos lidando
com uma pandemia e suas consequências deixaram marcas profundas em
empresas, consumidores e trabalhadores. O mundo que conhecemos antes de 2020
nunca mais retornará: novos hábitos foram criados e adaptações provisórias se
tornaram definitivas, criando características que favoreceram modelos de
negócio apoiados no digital. Uma coisa é certa: quem estava mais preparado
tecnologicamente e teve fôlego para inovar certamente obteve vantagem
competitiva e colheu melhores resultados.

Características digitais, como
disponibilidade, resiliência e experiência digital first, vieram para ficar.
Listo abaixo algumas tendências que vão impactar os negócios no próximo ano.

1. Entender e lidar com o
futuro do trabalho: híbrido e digital first

Inicialmente, o trabalho remoto
forçado desorganizou empresas e fez com que diversos processos fossem adaptados
para o virtual. Agora, porém, é o momento para que líderes e times se realinhem
e para que ferramentas de colaboração sejam adquiridas e colocadas em primeiro
plano nas decisões. O futuro do trabalho é digital first – e, em times de
tecnologia, preferencialmente remoto ou híbrido.

Um levantamento realizado pelo IDC
Brasil para Google Cloud, em maio deste ano, mostra que 43% das empresas no
Brasil decidiram adotar um modelo híbrido no pós-pandemia.

No cenário atual, além do desafio
da pandemia, a escassez de talentos nos times de tecnologia fez com que as
empresas buscassem colaboradores em outras regiões e até em outros países.
Dessa forma, as organizações estão considerando como lidar com uma força de
trabalho híbrida e remota, gerenciando todo o seu ciclo de vida - do onboarding
ao desligamento -, considerando gestão, integração e benefícios.

2. Evoluir o relacionamento com
colaboradores e consumidores: a experiência total

Quando uma estratégia de
experiência total é executada com harmonia e sincronicidade, a empresa consegue
entregar experiências realmente transformadoras e memoráveis para consumidores,
colaboradores e todos os usuários de produtos e serviços digitais. O estudo 12
Trends Shaping the Future of Digital Business
, da Gartner, aponta que, em
2026, 60% das grandes organizações usarão experiência total para transformar
seus modelos de negócio, tornando defensores da marca os consumidores e
colaboradores que mais performam.

Novas formas de comprar e novos
modelos de trabalho fizeram com que o relacionamento entre funcionários,
clientes e empresas seja prioritariamente digital e evidenciam a importância de
uma estratégia multicanal. As organizações precisam de uma estratégia de
experiência total, conforme as interações se tornam mais móveis, virtuais e
distribuídas. 

Soluções que consideram a
experiência omnichannel do consumidor também impactam os funcionários. Quando o
colaborador está mergulhado em tarefas operacionais e no atendimento, não tem
tempo para atuar de forma estratégica. Em contrapartida, quando motivada e
inserida na transformação digital da empresa, a força de trabalho cria soluções
melhores e mais assertivas, além de ter foco em entender e atender seus clientes.

3. Tornar dados e análises
parte integrante do negócio

Uma nova realidade de dados
abertos e compartilhados não traz apenas oportunidades, mas uma série de
desafios. Alguns setores já se movimentam em iniciativas de open data, mas,
independentemente do mercado, extrair valor dos dados se torna fundamental para
criar soluções inteligentes e garantir competitividade. Os times de TI, nesse
caso, têm a responsabilidade de criar ferramentas que alimentem as equipes de
negócio, com dados confiáveis, estruturados e enriquecidos, capazes de orientar
a melhor decisão.

Muitas empresas já acumulam e
agrupam dados, numa cultura data-driven. Porém, para extrair verdadeiro valor
comercial dessas informações, é necessário garantir que sejam confiáveis e
enriquecidas a partir de diferentes bases. E o grande desafio inicial é
construir uma arquitetura de dados que consiga suportar todas e quaisquer
fontes, sejam elas conhecidas ou ainda desconhecidas, com informações
estruturadas e não estruturadas. A partir disso, parte-se para a automação do
processo de extração de dados. 

Com dados estruturados, integrados
e enriquecidos, é possível contar com inteligência de decisão para conduzir o
negócio de forma mais assertiva, fazendo escolhas precisas e replicáveis.

4. Modernizar é decisão
business-centric e deve ser uma ação contínua

Em um cenário de aceleração da
transformação digital e de modificação de hábitos e comportamentos, os sistemas
legados se tornaram um problema a ser enfrentado, pois impactam no tempo de
inovação da empresa e na experiência omnichannel dos consumidores, além de
dificultar a atração de talentos de tecnologia. No entanto, a decisão de parar
de enfrentar um projeto de modernização deve ser centrada no negócio.

Entender quais recursos são
fundamentais para o negócio e se concentrar em sua modernização é um importante
passo. Neste caso, é necessário considerar todas as aplicações que dão suporte
a esses recursos, em todas as plataformas – em vez de focar esforços em um
aplicativo específico. Na maior parte das vezes, a idade do ativo não é o
critério de escolha.

Além disso, considere todo o ciclo
de vida do produto em seu projeto de modernização. No contexto tecnológico,
sempre existirão débitos técnicos, pois constantemente surgem novas ferramentas
e metodologias mais modernas em todas as áreas. Portanto, é necessário seguir
evoluindo as soluções modernizadas; considerar isso no planejamento do produto
evita a crença de que não há orçamento para atualizações futuras.

5. Contar com a resiliência e
elasticidade da nuvem

A nuvem garante disponibilidade
dos dados e escalabilidade dos negócios, colabora para a redução de custos de
hospedagem e acelera a inovação, possibilitando novos modelos de negócio.
Durante a pandemia, essas características se mostraram fundamentais para a
manutenção das organizações. 

Porém, migrar dados e aplicações
não torna o seu produto cloud native. Para realmente obter os benefícios
citados, é importante considerar a cloud computing, modernizando os aplicativos
para o novo ambiente.Investir em migração mantendo premissas, gerenciamento e
processos de sistemas legados, impossibilita a totalidade dos benefícios – e
ainda impacta a segurança.

Um erro relativamente comum é
considerar que qualquer aplicação pode ser migrada, sem considerar como irá
impactar o seu desempenho e a experiência do usuário. São inúmeros os fatores
que envolvem cloud computing; entender como eles impactam seu negócio e as
características de seus produtos irá colaborar para o direcionamento correto
entre as alternativas possíveis, desde migrar lift and shift para a nuvem até
modernizar cloud-based.

6. Otimizar as operações
digitais para diminuir desperdícios

Para acompanhar as novas
necessidades de relacionamento híbrido ou remoto com clientes e força de
trabalho, as empresas tiveram que investir em soluções de tecnologia para
ganhar agilidade, automação e inteligência nos processos. No entanto,
implementar a transformação de forma repentina provocou desperdícios e dificuldade
em escalar e em reutilizar.

Segundo pesquisa global 2021 da
Gartner Consultoria, 60% dos conselhos de administração de todo o mundo estão
buscando melhorar a excelência operacional por meio de soluções digitais.
Percebe-se que há desperdícios, baixa integração e pouco reuso em todas as
fases do desenvolvimento e operação de produtos digitais, desde a pesquisa à
concepção e à entrega. Por isso, as empresas estão estruturando suas
iniciativas de ReseachOps, DesignOps e DevOps – o que impacta diretamente a
inovação (InnovationOps).

A maturidade das operações
digitais é um indicador relevante do quão desafiador será para uma organização
implementar uma estratégia eficaz para a excelência operacional. Essa avaliação
leva em conta fatores como investimento em soluções tecnológicas, cultura da
inovação, cultura organizacional e governança, além das habilidades do time e
do engajamento da liderança.

Entender os novos desafios e
antecipar de que forma sua organização pode se preparar fará com que sua empresa
saia da pandemia em uma trajetória diversificada, utilizando os aprendizados –
que não foram poucos – para gerar a agilidade necessária e se diferenciar no
seu segmento.

* Caroline Capitani é VP de
Design Digital e Inovação na ilegra

Snippets HTML5 default Intervenções CW
Vai um cookie?

A CIO usa cookies para personalizar conteúdo e anúncios, para melhorar sua experiência em nosso site. Ao continuar, você aceitará o uso. Para mais detalhes veja nossa Política de Privacidade.

Este anúncio desaparecerá em:

Fechar anúncio

15