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Sete principais tendências da Segurança de TI segundo o Gartner
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Sete principais tendências da Segurança de TI segundo o Gartner

As organizações precisam estar melhor preparadas para um futuro complexo e conectado.

Da Redação

24/07/2017 às 18h37

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Foto:

A automação e a Inteligência Artificial (IA) oferecem inúmeras
possibilidades para os negócios digitais, mas também criam
complexidades. Grande parte delas, relacionadas com a segurança. É o que afirma o Gartner, entre as previsões para a Segurança de TI em 2017. Confira!

1 . Até
2020, os investimentos em ferramentas de inteligência artificial e
aprendizagem de máquina para automação (focadas na orquestração da
flexibilidade de TI) irão mais do que triplicar, ajudando a reduzir
panes nos negócios decorrentes de problemas de TI. |
As
companhias aéreas perdem mais tempo com falhas e têm mais interrupções
em suas operações causadas por TI do que por condições meteorológicas.
“Em parte, isso acontece porque os ecossistemas emergentes trazem mais
interdependências, ou seja, há falhas em cascata. A recuperação também
precisa acontecer assim. A automação é personalizada para identificar
onde as falhas podem estar, onde poderão acontecer e para criar
estratégias para recuperação. Para essa automação ser aceita pelas
empresas, é preciso vincular o problema na segurança ao impacto direto
nos negócios”, diz Rob McMillan, Diretor de Pesquisas do Gartner.

2. Ainda
até 2020, as vulnerabilidades no dia zero estarão presentes em menos de
0,1% dos ataques em geral, excluindo os alvos públicos confidenciais.
É
fácil se enganar com a história de ataque do dia zero (feito na própria
data de divulgação da falha, antes de poder ser corrigida), mas a
grande maioria dos ataques bem-sucedidos exploram suscetibilidades bem
conhecidas. As pessoas tendem a se preocupar com esses ataques, mas eles
não são casos comuns. É importante que as equipes de segurança combatam
as vulnerabilidades existentes e garantam uma segurança básica eficaz.

3.Até
2020, 10% dos testes de penetração serão realizados por máquinas
inteligentes baseadas na aprendizagem de máquina, o que não acontecia em
2016.

Hoje,
os testes de penetração usam certo nível de automação, mas ainda há
muito envolvimento humano. Entretanto, a aprendizagem de máquina evoluiu
para aplicações práticas. Isso significa que os testes podem ser feitos
na velocidade de um robô, em vez de ficarem limitados ao ritmo do
pensamento humano.

segurança

4. Até 2020, mais
de 20% dos planos de negócios das empresas vão usar a infonomia (gestão
inteligente da informação) para fazer uma análise financeira dos ativos
e passivos dos dados.

Essa
previsão está relacionada à conexão dos resultados de segurança ao
desempenho da empresa e à aplicação de valor ao trabalho das equipes de
segurança em termos de mitigação de risco e capacitação da função de
negócios. Quando se pensa em proteger informações, surge a pergunta
sobre o valor líquido dos dados em comparação com o custo da proteção.
Qual é o valor dos dados para a empresa? Qual é o custo de proteger
esses dados? É viável? Analise o investimento e possíveis
responsabilidades e tome as decisões.

5. Até
2020, pelo menos um incidente importante associado à segurança será
causado por falha na segurança de TI, levando a sérios danos.
Por
exemplo, uma
queda temporária de energia causada por um problema na rede elétrica é
inconveniente. A perda de controle de um aparelho para administração
automatizada de um medicamento pode ser perigosa. É fácil imaginar um
cenário em que um problema de TI poderia ter uma consequência física
relacionada à segurança. A crescente complexidade das conexões mostra
que coisas e infraestruturas com diferentes níveis de segurança agora
estão interagindo. É difícil prever os riscos que vão surgir.

6. 60%
das empresas que implementarem as ferramentas apropriadas para controle
e visibilidade da Nuvem terão um terço a menos de problemas de
segurança até 2018.

A
inclusão de telemetria às cargas de trabalho em Cloud será importante
para gerenciar as falhas de segurança. Mesmo se o fabricante estiver
protegido, a telemetria e os testes documentados permitirão que as
equipes de segurança comprovem que a Nuvem está funcionando e é segura.
Essa tecnologia possibilita que a empresa identifique sinais de perigo
para que consiga dar uma resposta rápida e possivelmente preventiva.

7.  Até
2020, os programas de segurança da informação criados por TI terão três
vezes mais brechas significativas do que os dos líderes das empresas.
Segundo a consultoria, está
aumentando o interesse dos executivos em risco e segurança. Isso
aumenta o ônus sobre a segurança de levar o trabalho que está sendo
feito para o contexto dos negócios. Sem comunicação, há um problema de
alinhamento entre a segurança e o que está acontecendo no resto da
organização. É nesse contexto que surgem coisas como a Shadow IT. Quando
a companhia está alinhada, fica em melhor posição para se defender do
que se estiver separada em silos.

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