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Sensação de segurança cibernética impulsiona investimentos em tecnologia
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Sensação de segurança cibernética impulsiona investimentos em tecnologia

É o que revela estudo feito pela Deloitte com executivos brasileiros. Customer marketing, automação de processos e trabalho remoto são prioritários

Redação

07/06/2021 às 17h20

Foto: Adobe Stock

Caso se sentissem seguras, ciberneticamente falando, as empresas brasileiras aumentariam investimentos em marketing para o cliente (62%), automação de processos operacionais (59%), trabalho remoto (58%) e indicadores em tempo real (58%), entre várias outras tendências tecnológicas. É o que revela uma pesquisa da Deloitte feita com 122 empresas que operam no Brasil.

Mais da metade (56%) dos participantes acredita que investimentos em cibersegurança e privacidade de dados podem alavancar os negócios. Também aparecem na lista de tecnologias a serem investidas paperless (57%), cloud pública/híbrida (56%), expansão de canais digitais de comunicação e relacionamento (54%), expansão de canais digitais de venda (52%), monitoramento e prevenção de riscos (49%), ecossistema de pesquisa e desenvolvimento (43%) e gestão integrada da cadeia de suprimentos (41%).

Entre as companhias que não
acreditam ou não sabem dizer (44%) se os investimentos em segurança cibernética
podem alavancar os negócios, 90% indicaram que investiriam em pelo menos uma
iniciativa de impulsionar os negócios caso tivessem maior segurança
cibernética.

"Ainda que não tenham
profundo conhecimento sobre o potencial de cibersegurança, há um entendimento
de grande parte das empresas de que, em um ambiente de maior segurança
cibernética, há oportunidades de transformar e impulsionar a estratégia do
negócio por meio da adoção de novas tecnologias”, diz em comunicado André
Gargaro, líder de cyber services da Deloitte.

CIO2503

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A pesquisa ouviu 122 empresas, das
quais 27% faturaram mais de R$ 1 bilhão em 2020. Entre os respondentes, 94%
ocupam cargos executivos (presidência, diretoria ou gerência). As respostas
foram coletadas entre fevereiro e março de 2021.

Prevenir e remediar

De acordo com a pesquisa, pouco
mais da metade (53%) das organizações que sofreram ataques cibernéticos
adotaram tanto novas tecnologias quanto promoveram a revisão de sua governança
cibernética. Após sofrerem os ataques, 98% das organizações adotaram mudanças
na segurança, realizaram investimentos em tecnologias ou reavaliaram a
continuidade de projetos de inovação.

As principais mudanças adotadas na
área após sofrerem ataques cibernéticos foram a atualização da infraestrutura
de TI (58%), criação de programa de conscientização (49%), maiores
investimentos em segurança cibernética (47%), maior monitoramento dos
incidentes (47%) e revisões de configurações de ambientes em cloud (33%).
Entre os respondentes da pesquisa, 41% já sofreram ataques cibernéticos. Dessas
organizações, a ampla maioria (89%) realizou investimentos na área. Já entre os
49% dos participantes que não sofreram ataques, 69% investem em segurança
cibernética e 10% não sabem se já sofreram ataques cibernéticos.

Das 56% das empresas que acreditam
que os investimentos na área podem alavancar os negócios, a maioria (84%) já investe
em segurança. Já 56% acreditam que o investimento em privacidade de dados pode
contribuir com ganhos em seus negócios, especialmente em termos de segurança e
confiança perante os clientes.

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