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Segunda onda de transformação digital ou conserto de investimentos malfeitos?
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Segunda onda de transformação digital ou conserto de investimentos malfeitos?

Após implementarem tecnologias rapidamente durante a pandemia, muitas organizações estão tentando acertar roadmap de TI

Mauricio Prado Silva*

12/07/2021 às 17h07

investimento, dúvida, dinheiro
Foto: Adobe Stock

A transformação digital já fazia parte das agendas corporativas
bem antes da pandemia. Mas foi justamente durante a Covid-19 que muitas
companhias se viram obrigadas a se tornarem, o mais rápido possível, digitais
para se manterem no mercado. Isso significou, em muitos casos, adoção de
diferentes soluções, porém com pouca ou nenhuma estratégia.

Ao implementarem rapidamente tecnologias para se adaptarem às
necessidades sem um planejamento assertivo e bem definido, muitas organizações
estão, agora, tentando consertar o roadmap de TI - é isso que define a segunda
onda da transformação digital. 

As 3 ações errôneas que mais se repetiram ao longo da pandemia, e que hoje refletem negativamente nas empresas são:

  • Implementação de low-code sem planejamento: Com o objetivo de obter ganhos rápidos, muitas organizações implementaram a tecnologia, mas sem pensar em escalabilidade ou conexão com as demais, gerando aplicações isoladas rodando em plataformas diferentes que não conversam entre si. Situações como essa ocasionam ineficiência do low-code.

  • Ter diferentes estratégias de comunicação com o público nas várias frentes de contato: Não padronizar o estilo de atendimento aos seus clientes, no app, site e chatbot leva a experiências desconectadas e ruins para os consumidores e, por consequência, a um maior risco de perda de clientes.

  • Definir a estratégia comercial focada no produto: Não estabelecer ofertas voltadas a suprir as necessidades e expectativas dos clientes, mas sim focadas somente no portfólio de serviços ou produtos, foi outro grande equívoco cometido por muitas marcas.

Analisados estes erros, quais os passos e ações que as organizações devem seguir para voltar ao caminho correto quando o assunto se refere a investimentos de TI estratégicos e realmente assertivos?

  • Reavalie a estratégia de Transformação Digital: Analise se todas as implementações feitas durante a pandemia foram decididas a toque de caixa ou se há um planejamento, mesmo que intrínseco, de longo prazo. Determine uma estratégia de transformação digital abrangente, que englobe tanto metas de curto como de longo prazo para a organização.

  • Faça uma auditoria tecnológica: É necessário saber quais tecnologias estão funcionando, quais não estão e o porquê fazem parte do seu roadmap. É possível que muitas destas soluções implementadas às pressas estejam funcionando soltas, sem conexão com as demais. Tente reunir todas as tecnologias em uma única plataforma low-code, para facilitar o dia a dia do time de TI e para o negócio fluir de maneira mais eficiente possível, tanto para os profissionais quanto para garantir resultados sempre melhores aos clientes.

  • Adote uma abordagem de design thinking: Sucesso e prosperidade nos negócios requerem planejamento e equipe capacitada. Adote princípios de design thinking não apenas para ajudar a identificar os problemas que precisam ser resolvidos, mas para capacitar ainda mais todos os profissionais a resolver estes problemas com excelência.

  • Fomente uma cultura de inovação: Quando os colaboradores inovarem ou fizerem algo brilhante, que certamente fará a diferença se praticado por todos, valorize o trabalho do profissional e aplique a prática nova por toda a organização. Além de benefícios para os negócios, a empresa também retém e valoriza seus talentos.

  • Aposte em ações de Employee Experience: Com todas as mudanças causadas pela Covid-19, as percepções e preferências das pessoas agora são diferentes. Surgiu nos colaboradores uma necessidade por boas e satisfatórias experiências no dia a dia de trabalho. Hoje em dia, sua organização pode ter as melhores ferramentas, mas se as pessoas que a compõem não estão bem, seu negócio não será bem-sucedido. Funcionários felizes e engajados performam melhor e sua organização além de conseguir atrair, envolver e reter talentos, ainda terá o resultado disso no andamento, sucesso e prosperidade dos negócios.

* Mauricio Prado Silva é diretor-geral da Pegasystems para a América
Latina

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