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SAP lidera uso de ERP entre as grandes empresas no Brasil, aponta estudo da FGV
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SAP lidera uso de ERP entre as grandes empresas no Brasil, aponta estudo da FGV

Segundo Pesquisa do uso de TI, alemã tem maior participação entre as empresas com mais de 800 periféricos. TOTVS lidera entre empresas de menor porte

Da Redação

09/06/2020 às 12h00

Foto: Shutterstock

A corrida pelo mercado de ERP no Brasil anda acirrada, segundo a 31ª Pesquisa anual do uso de TI no Brasil feita pelo Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP). De acordo com o estudo divulgado na última semana, a TOTVS detém 33% do mercado brasileiro de ERP, seguida de perto pela SAP (32%) e de forma mais afastada pela Oracle (12%).

Mas se de um lado, a TOTVS lidera o mercado de ERP de forma geral, o percentual muda quando se restringe análise apenas para as companhias com mais de 1 mil colaboradores. “Nas empresas menores, a TOTVS tem quase metade da base instalada. Mas a participação da SAP cresce conforme cresce o porte da empresa”, explica o professor Fernando Meirelles, responsável pelo estudo.

O levantamento ouviu 2.622 empresas de médio e grande porte, mensurando indicadores como volume de venda de dispositivos no país, representatividade dos gastos de TI dentro da receita das companhias e as tendências do mercado de software.

Nas empresas com até 180 teclados, a TOTVS chega a representar 47% do total de ERPs instalados. Naquelas entre 181 e 799, as companhias competem com um pouco mais de igualdade, com 36% de representatividade para TOTVS e 30% para a SAP. Porém, quando o número de periféricos chega a 800, a participação da marca brasileira despenca para 19%, e a SAP dispara em 50%. “Em empresas com mais de 2 mil teclados esse número chega a ser maior”, complementa o professor.

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Meirelles também avalia que o momento atual, que transportou parte da força de trabalho para o formato remoto, fará com que as marcas invistam na renovação ou implementação de novos sistemas, de forma a não perder competitividade.

Em paralelo ao mercado de ERPs, o estudo também apresenta um uso maior por parte das empresas da chamada inteligência analítica, que compreende o uso de soluções de business intelligence, analytics e CRM. O estudo aponta as soluções da SAP como as mais utilizadas, com 25% de participação, seguidas por Oracle (16%), TOTVS (15%) e Microsoft (13%). Mesmo ocupando o quinto lugar, a plataforma Qlik, com 13% de adoção, foi o destaque apresentado por Meirelles. “Há poucos anos, seu uso era menor do que 5%”.

Investimentos

Ao medir os investimentos em TI realizados por médias e grandes empresas, a pesquisa apontou que o percentual padrão corresponde a 8% da receita. Dividindo os resultados por setores, a área de serviços (com bancos inclusos) tem o maior percentual de gastos (11,4%). Ao isolar apenas as instituições financeiras, o número ficaria em 15,7% de percentual investido. A indústria registra 4,8% e o Comércio 3,8%.

A métrica de Custo Anual de TI por usuário (que mede os gastos e Investimentos em TI, dividido pelo número de usuários da empresa), ficou com a média de R$ 52 mil reais, atingindo o seu pico maior na área financeira (R$ 114 mil por usuário) e o registro menor no setor de Ensino (R$ 22 mil).

O que esperar do uso da TI pós-pandemia?

O estudo da FGV ainda aponta uma aceleração da transformação digital por conta da pandemia de covid-19, elevando os gastos e investimentos de TI e apostando em vertentes como inteligência analítica e maior uso de um ERP que acompanhe esse movimento. Nas grandes empresas, os esforços anteriores serão somados a iniciativas envolvendo governança de TI, inteligência artificial e Internet das Coisas.

Sobre o efeito da transformação digital na vida das pessoas, Meirelles acredita que, apesar de não ser possível mensurar o quanto das práticas atuais permanecerão na nossa rotina durante a futura volta ao escritório, é possível afirmar com segurança que alguns hábitos foram modificados de forma definitiva. “Posso garantir que vamos ter uma herança disso. Agora o tamanho [dessa mudança], ainda não dá para saber”, resume o coordenador.

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