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Proteção cibernética além do uso de softwares
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Proteção cibernética além do uso de softwares

Garantir integridade de processos e segurança das informações armazenadas são objetivos compatíveis com futuro inadiável

Andrea Rivetti*

26/03/2021 às 16h36

Foto: Adobe Stock

Em meio à discussão cada vez mais recorrente sobre a presença da tecnologia no ambiente de trabalho, a questão acerca da cibersegurança para lidar com situações de fraudes, ataques criminosos, uso indevido dos dados, entre outros tópicos problemáticos – e com alta incidência no Brasil – parece fazer parte de um campo ainda incerto para muitos empresários. Afinal, como construir uma estrutura digital capaz de minimizar o risco de ocorrências do tipo? A implementação tecnológica basta?

Certamente, é necessário levar em
consideração a realidade operacional apresentada por cada empresa. No entanto,
não seria nenhum exagero afirmar de modo categórico que o uso de softwares precisa
vir acompanhado de outros elementos igualmente relevantes para a proteção
cibernética. Por isso, a importância de se abordar o tema indo além do senso
comum, adotando uma visão macro sobre o papel da tecnologia dentro desse
contexto.

Qual é a importância da
automatização?

Por anos, centralizar a
organização e o gerenciamento de documentos, arquivos e informações em modelos
manuais de armazenamento talvez fosse a opção mais viável para o gestor. Hoje,
com o avanço tecnológico e o surgimento de alternativas personalizadas, capazes
de atender as demandas de empresas de todos os tamanhos e segmentos, manter a
estrutura organizacional no campo físico é um convite perigoso a erros críticos
para a integridade dos materiais movimentados. Nesse ponto, a tecnologia cumpre
uma função primordial.

Com a automatização do fluxo de
dados, é concebido o primeiro passo para que as operações internas sejam
respaldadas por softwares elaborados para garantir a segurança das
informações. Dessa forma, todas essas tarefas repetitivas, e até mesmo
exaustivas se direcionadas aos profissionais, terão a assertividade da máquina
como diferencial para evitar imprevistos danosos.

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Uma nova concepção sobre a
cibersegurança

Sem dúvidas, a importância da
tecnologia é indiscutível para empresas preocupadas com a proteção cibernética.
No entanto, deve-se compreender o que o tema significa atualmente. Em outros
tempos, o departamento de TI era, comumente, classificado como um objeto
secundário e de pouco valor estratégico para as organizações. Olhando para
2021, esse tipo de mentalidade tem sido desmistificada na prática, na medida em
que formaliza um dos principais artifícios para se enfrentar ataques
criminosos.

Ter um projeto de cibersegurança
funcional e que reflita em uma cultura orientada a compliance acaba se
tornando uma vantagem competitiva, principalmente entre organizações imaturas
no que diz respeito à transformação digital. Mais do que nunca, os consumidores
estão interessados em ter suas informações resguardadas pelas marcas, e a Lei
Geral de Proteção de Dados (LGPD) é uma consequência direta dessa linha de
pensamento, agora, respaldada legalmente.

Outsourcing como aliado
operacional

Se por um lado a inovação é um
componente em constante evolução, com novidades surgindo a todo instante,
infelizmente, os agentes criminosos acompanham esses aprimoramentos e adequam o
modus operandi a possíveis atualizações, dificultando a criação de uma
política preventiva no ambiente digital utilizado pela empresa.

Logo, é necessário, sim, ir além
do uso de softwares para que a gestão dessas ferramentas não se limite à
simplificação dos processos. Um serviço de outsourcing de TI completo,
com o suporte em tempo real de profissionais especializados, bem como o
monitoramento unificado das soluções implementadas, permite um gerenciamento
diferenciado sobre o a estrutura digital. Trata-se de uma movimentação
bem-vinda para que o cenário de cibersegurança favoreça à continuidade do
negócio.

Para finalizar, partindo do
pressuposto que a empresa em questão está amadurecida digitalmente e preparada
para abraçar a inovação no cotidiano operacional, torna-se muito mais fácil
classificar a segurança das informações como prioridade máxima. Com isso, os
maiores beneficiados serão os clientes, que terão tranquilidade para firmar
vínculos sem se preocupar com a integridade de suas informações.

* Andrea Rivetti é CEO da Arklok

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