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PMEs brasileiras se sentem digitalmente prontas para o pós-pandemia
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PMEs brasileiras se sentem digitalmente prontas para o pós-pandemia

Estudo da Microsoft e da Edelman traça perfil digital nas pequenas e médias empresas brasileiras. Momento é de otimismo, apesar dos desafios

Marcelo Gimenes Vieira

28/01/2021 às 20h24

Pequenas e médias empresas
Foto: Adobe Stock

As pequenas e médias empresas brasileiras estão muito otimistas com relação ao uso da tecnologia que adotaram ao longo do período de pandemia. Pouco mais de metade delas (52%) usa algum tipo de tecnologia diariamente, e 29% a consideram parte essencial aos seus negócios.

Esses são alguns dos resultados de um estudo feito pela Edelman e encomendado pela Microsoft, que aborda especificamente como as PMEs brasileiras se portaram durante a pandemia de COVID-19 em termos de transformação digital – e para onde caminham. Foram ouvidos proprietários e decisores de 505 empresas, de variados segmentos, durante os meses de setembro e outro de 2020.

Nesse momento a primeira onda de
infecções começava a arrefecer. Foram abordados temas como adoção de novas
tecnologias, trabalho remoto, recursos humanos, implementação de estratégias de
marketing digital e capacidade de reinvenção de objetivos e estratégias de
negócio.

“O objetivo foi entender as mudanças,
os desafios e visão das PMEs durante a pandemia, e como elas preveem o pós-pandemia”,
resumiu Tais Pinheiro, diretora de estratégia e criatividade da Edelman Brasil.
“O investimento não foi [feito] só pela necessidade trazida pela COVID-19, mas latente,
já estava na agenda das empresas.”

CIO2503

E-book por:

Para Priscyla Laham,
vice-presidente de vendas para o mercado corporativo e SMB da Microsoft Brasil,
já era imaginado que tecnologias que viabilizam o trabalho remoto – como videoconferência
e computação em nuvem – tivessem sido impulsionadas. Ferramentas de produtividade
e colaboração também ganharam terreno.

O grande desafio para a Microsoft,
diz, é mobilizar seu ecossistema de parceiros – que atualmente conta com 25 mil
revendas – para atender as demandas de tantos negócios em tantas verticais. “Cada
indústria tem necessidades diferentes. Ter esse ecossistema é o que vai
conseguir atender as necessidades das pequenas e médias, o que não dá para
fazer sendo uma empresa de tecnologia”, explica.

Estima-se que na América Latina 60%
dos empregos sejam gerados por PMEs.

Cenário otimista

As PMEs se consideram bastante preparadas
para o pós-pandemia. A maioria (78%) disse que adotar novas tecnologias é a
mudança mais fácil para a retomada. Além disso, 73% das pequenas, médias e
micro empresas se dizem prontas para enfrentar os desafios de marketing digital
e 71% para as questões relacionados ao trabalho remoto.

Mais da metade (51%) das PMEs
dizem ter mudado sua relação com o trabalho remoto durante a pandemia, e 36% terem
mudado objetivos de negócios. O marketing digital virou uma constante para 34%.
 Boa parte delas já adota recursos tecnológicos
como a videochamada (66%) e a nuvem (55%). O trabalho remoto (55%), as
tecnologias de marketing digital (42%) e a aquisição de novos computadores
portáveis (33%) também estão no topo do rodar.

Ferramentas de produtividade
(editores de texto, planilhas e apresentações) são as tecnologias mais conhecidas
(77%), seguidas por nuvem (76%) e videochamada (74%). Big Data & Analytics
e inteligência artificial (IA), por outro lado, são as menos conhecidas, com 37%
e 41% respectivamente.

“Eles [os entrevistados] ainda não
entendem essas tecnologias e nem o valor que tem para o negócio. Não tem
intenção de adotar em curto prazo. Aí surge a oportunidade e o desafio de
democratizar como elas podem ajudar”, diz Tais, se referindo às menos adotadas.

E elas querem continuar
investindo: 82% continuarão comprando tecnologia mesmo quando a pandemia
terminar. Nuvem (com 40%) e tecnologias de marketing digital (36%) estão no topo
da lista de prioridades.

Desafios, é claro

A menor capacidade de investimento
em tecnologia (39%) e a falta de recursos humanos (30%) com competências digitais
adequadas foram apontados como as maiores necessidades das PMEs no que tange a
transformação digital. Também aparecem na lista o suporte dos grandes
fornecedores de tecnologia (26%), uma cultura corporativa mais inovadora (25%)
e resistências dos colaboradores (22%).

No entanto, questões que consideram ser elencadas como desafiadoras por grandes empresas parecem não preocupar as pequenas e médias: 55% concordam que o trabalho remoto e a transformação digital reduzirão o impacto dos negócios no meio ambiente, e 52% se sentem preparadas desafios da segurança cibernética.

O novo momento também afetou as
áreas de recursos humanos das entrevistadas, principalmente as de médio porte, que
passaram a procurar talentos com mais competências digitais – 64% das médias
empresas apostaram na aquisição de talentos com esse perfil. A prioridade dos
RHs a curto prazo é buscar talentos com habilidades para inovar (59%),
competências digitais (56%) e habilidades para trabalhar remotamente (55%).

Mudanças de rumo

Os desafios impostos pela pandemia
também fizeram com que as empresas ouvidas no estudo mudassem objetivos e
estratégias de negócios. Reinvenção de suas estratégias de marketing (60%), reinvenção
do produto ou serviço (45%) e de canais de vendas (41%) foram os mais
mencionados.

As expectativas para o
pós-pandemia são positivas: 75% continuarão reinventado objetivos e estratégias
de negócio e 81% irão manter esforços de marketing digital após a pandemia.

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