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Pesquisa: erro humano, constrangimento e ransomware dificultam a adoção de tecnologias de arquivamento em nuvem
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Pesquisa: erro humano, constrangimento e ransomware dificultam a adoção de tecnologias de arquivamento em nuvem

Mais da metade de colaboradores já excluíram acidentalmente arquivos que estavam na nuvem

Laura Martins

18/11/2021 às 16h55

Gustavo Leite, country manager da Veritas no Brasil
Foto:

Legenda: Gustavo Leite, country manager da Veritas no Brasil

A adoção de tecnologia em nuvem é dificultada pois as empresas perdem informações críticas, como pedidos de clientes e dados financeiros, porque os colaboradores têm medo ou vergonha de relatar perda de dados ou problemas de ransoware ao usar aplicativos em nuvem, de acordo com uma pesquisa da Veritas Technologies.

"As empresas precisam ajudar os funcionários, e não somente culpar, quando dados são perdidos ou criptografados por hackers como resultado de erros humanos", afirma Gustavo Leite, country manager da Veritas no Brasil. "Geralmente, há uma pequena janela em que as empresas podem agir para minimizar o impacto da exclusão ou corrupção dos dados baseados na nuvem que os funcionários utilizam. Os líderes precisam motivá-los a relatar eventuais erros o mais rápido possível, para que as equipes de TI possam agir de imediato e tomar as medidas corretivas. A pesquisa deixa claro que vergonha e punição não são as formas ideais de lidar com esse cenário".

Segundo o estudo, 56% dos funcionários já excluíram
acidentalmente arquivos hospedados na nuvem – como documentos de negócios,
apresentações e planilhas – e 20% relatam que isso acontece várias vezes por
semana.

A pesquisa revelou que 35% dos funcionários já mentiram para
encobrir o fato de terem excluído acidentalmente dados armazenados em unidades
de nuvem compartilhadas. Enquanto 43% disseram que ninguém percebeu o erro, nos
casos em que os acidentes foram descobertos, 20% dos entrevistados relataram
que os dados não eram mais recuperáveis.

Quando questionados sobre porque não informaram seus erros,
30% disseram que mantiveram o silêncio porque estavam com vergonha, 18% por
medo das consequências e 5% porque já tinham tido problemas com seus
departamentos de TI antes.

Os colaboradores são ainda mais temerosos quando se tratam
de incidentes de ransomware. Apenas 30% dos entrevistados confessariam
imediatamente os erros que permitiram o acesso do ransomware em suas
organizações. Outros 35% disseram que não fariam nada ou fingiriam que nada
havia acontecido, enquanto 24% omitiriam sua própria culpa ao relatar o
incidente.

"Quase metade (47%) imaginam que os dados na nuvem são
mais seguros contra ransomware por presumirem que seus provedores os protegem
de malware que possam ser acidentalmente introduzidos", explica o country
manager da Vertitas. "Essa é uma suposição incorreta, que continuará a
colocar os negócios em risco até que seja totalmente eliminada. A verdade é
que, como parte de seu serviço padrão, a maioria dos provedores de nuvem apenas
fornece garantia de resiliência de seu serviço, não oferece garantias de que um
cliente, ao utilizar seu serviço, terá seus dados protegidos. Na verdade,
muitos vão mais longe ao explicar seus modelos compartilhados com
responsabilidade em seus termos e condições, deixando claro que os dados e sua
proteção são de responsabilidade dos clientes. O armazenamento de dados na
nuvem não os torna seguros automaticamente, o que torna fundamental às empresas
contratantes contar com um forte sistema adicional de proteção de dados".

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