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Nuvem já é usada para maioria dos ataques de malware, diz Netskope
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Nuvem já é usada para maioria dos ataques de malware, diz Netskope

Aumento do trabalho remoto levou os cibercriminosos a utilizarem serviços conhecidos para ataques de phishing e malware

Redação

24/02/2021 às 14h54

Foto: Adobe Stock

Uma pesquisa divulgada nesta quarta (24) pela Netskope identificou que hackers estão usando serviços confiáveis em nuvem para entregar malwares. O objetivo é driblar esquemas legados de segurança, colocando dados corporativos em risco. Segundo o levantamento, em 2020 cerca de 61% de todo o malware chegou ao usuário por meio da nuvem, comparado a 48% no ano anterior.

As descobertas fazem parte do Netskope Cloud and Threat Report de fevereiro de 2021 (que pode ser baixado em inglês aqui), e que analisa as tendências no serviço de nuvem corporativa e no uso de aplicações. O estudo foi feito com base em dados anônimos coletados pela plataforma Netskope Security Cloud dentre milhões de usuários globais, entre 1° de janeiro e 31 de dezembro de 2020.

“Embora as empresas pensem que a
maior ameaça venha de serviços em nuvem pouco conhecidos, obviamente duvidosos,
é muito claro que os cibercriminosos estão utilizando os apps mais confiáveis e
populares em nuvem para entrega de phishing e malware”, diz Paolo Passeri,
diretor de inteligência cibernética da Netskope em comunicado.

Nuvem em alta

Em 2020, o número de uso de apps
em nuvem por organização aumentou 20%. Empresas com 500 a 2 mil funcionários utilizam
em média 664 apps em nuvem por mês. Quase metade dessas aplicações tem um índice
de confiabilidade baixo, de acordo com uma medida criada pela Netskope e
chamada Cloud Confidence Index (CCI), que analisa a prontidão corporativa de um
serviço na nuvem.

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Essasaplicações em nuvem
são alvo de uma em cada três (36%) campanhas de phishing. Embora a maioria das
iscas de phishing ainda esteja hospedada em sites tradicionais, os hackers
estão cada vez mais utilizando apps em nuvem para alcançar pontos de apoio nas
organizações.

Aproveitando o crescimento do home
office, o volume de documentos maliciosos do Microsoft Office aumentou 58%.
Esses arquivos atuam como cavalos de Tróia (trojans), para entregar cargas
maliciosas, incluindo ransomware e backdoors. Documentos maliciosos do Office
representam 27% de todos os downloads de malware detectados e bloqueados pela
Netskope Security Cloud.

O trabalho remoto também fez com
que as vidas profissional e pessoal dos trabalhadores se misturassem ainda
mais, com 83% dos usuários acessando instâncias pessoais em apps por meio de
dispositivos corporativos. Em média, esses usuários fazem upload de 20 arquivos
para instâncias pessoais a cada mês, a partir dos dispositivos corporativos.

O uso de apps privados na empresa
aumenta e muito a probabilidade deles serem manipulados ou vazados, diz a Netskope.

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