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Nuvem e eficiência operacional são prioridades de TI para indústria de óleo e gás
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Nuvem e eficiência operacional são prioridades de TI para indústria de óleo e gás

Estudo da KPMG ouviu 4.200 CIOs da indústria de óelo e gás em 83 países do mundo. Automação é prioridade para 80% dos respondentes

Redação

29/03/2021 às 19h08

homem com computador observa uma refinaria de óleo e gás
Foto: Adobe Stock

Computação e infraestrutura em nuvem; privacidade e segurança de dados; e desenvolvimento, gerenciamento e operações em tecnologia: essas foram, na ordem, os investimentos em TI mais importantes para os executivos de tecnologia da indústria de óleo e gás em 2020. A lista faz parte de um estudo feito pela KPMG e pela Harvey Nash com 4.200 CIOs de empresas do setor de 83 países.

As três principais questões de
negócios que esses gestores estão buscando resolver com o uso de TI são: ganhar
eficiência operacional, obter melhores insights a partir da análise de dados, e
capacitar a força de trabalho. São desafios para um setor que tradicionalmente
adota tecnologia a um ritmo mais lento, mas que foi duramente impactado pela pandemia
de COVID-19.

Para equilibrar essa equação, as
empresas do setor esperam aumentar o uso da automação das operações - incluindo
perfuração, cadeia de suprimentos e monitoramento de caldeiras -, prioridade de
80% dos respondentes. O uso de serviços gerenciados e terceirização foi
apontado como prioridade por 47% e 27%, respectivamente.

"A pandemia alterou a demanda
de petróleo e gás no mundo e fez com que muitas empresas do setor reduzissem
investimentos e produção e fechassem as portas. A pesquisa apontou que, do
ponto de vista tecnológico, o foco deverá ser voltado para permitir ganhos de
eficiência e redução de custos com o uso de dados integrados para fornecer
previsões mais precisas, ciclos de decisão mais curtos que impulsionem a
lucratividade e reduzam o desperdício”, diz Eduardo Pozzi, sócio-diretor da
área de energia e recursos naturais da KPMG, em comunicado.

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Segurança cibernética

Foram 42% os entrevistados que disseram
que as organizações tiveram aumento na segurança ou incidentes cibernéticos em
função do trabalho remoto. O pishing foi o principal incidente, apontado por
90% dos ouvidos, seguido pelo malware (50%) e ataques de negação de serviços (10%).

Segundo Rodrigo Milo, sócio da
KPMG da área de segurança cibernética, os ataques às organizações cresceram junto
com o ritmo de adoção do home office. Soma-se a isso o fato de a indústria de
energia ser “alvo primário para os atores de ameaças e espionagem industrial,
destinada a causar o máximo de interrupção”.

O estudo (em inglês) pode ser baixado nesse site.

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