Fazer login no IT Mídia Redefinir senha
Bem-vindo de volta,
Digite seu e-mail e clique em enviar
Ainda não tem uma conta? Cadastre-se
Salvar em Nova pasta de favoritos

+

Criar pasta
Salvar Escolher Pasta
NSFOCUS: Brasil entra no top 10 de países mais atacados em 2020
Home > Notícias

NSFOCUS: Brasil entra no top 10 de países mais atacados em 2020

55% dos crimes virtuais praticados no Brasil tem como alvo os próprios brasileiros, mostra estudo da empresa de segurança

Redação

06/10/2021 às 15h52

mundo, ciberataques, cibercrime
Foto: Shutterstock

Legenda: Imagem: Shutterstock

Um relatório divulgado nessa quarta
(6) pela empresa de cibersegurança NSFOCUS revelou que, em 2020, o Brasil
passou a figurar entre os dez países mais atacados por cibercriminosos
no mundo. O País aparece em nono em um ranking liderado por China, com os
Estados Unidos em segundo lugar.

Trata-se um crescimento, uma vez
que o Brasil não aparecia entre os 15 primeiros no levantamento anterior. Outro
destaque do estudo é que 55% dos ataques têm alvos no próprio país, ou seja,
são direcionados para o mercado interno.

O Brasil ocupa posições “melhores”
quando se refina o tipo de ataque. Quando se olha para os de negação de serviço
(DDos), que sobrecarregam servidores com base em volume de solicitações ao
mesmo tempo, o Brasil subiu três posições, ocupando a sexta colocação. Esse
tipo de ataque afetou, principalmente, órgãos governamentais e e-commerces em
2020.

“O mercado do cibercrime está
crescendo em progressão geométrica nos últimos anos devido também ao aumento de
equipamentos potencialmente vulneráveis conectados à internet (IoT), a
sofisticação das técnicas de ataques e o barateamento de recursos
computacionais para geração de ofensivas. Tudo isso sem contar a pandemia, que
fez explodir o número de ameaças”, comenta André Mello, vice-presidente da
NSFOCUS na América Latina.

Outro destaque do relatório fica
por conta da inundação de e-mails de phishing com informações sobre a pandemia
pelo coronavírus, o que contribuiu para a disseminação de ransomware.

O estudo pode ser baixado nesse site (em inglês) mediante cadastro.

Vai um cookie?

A CIO usa cookies para personalizar conteúdo e anúncios, para melhorar sua experiência em nosso site. Ao continuar, você aceitará o uso. Para mais detalhes veja nossa Política de Privacidade.

<

Este anúncio desaparecerá em:

Fechar anúncio

15