Fazer login no IT Mídia Redefinir senha
Bem-vindo de volta,
Digite seu e-mail e clique em enviar
Ainda não tem uma conta? Cadastre-se
Salvar em Nova pasta de favoritos

+

Criar pasta
Salvar Escolher Pasta
Maior parte de ataques de hackers vieram de nuvem no ano passado
Home > Notícias

Maior parte de ataques de hackers vieram de nuvem no ano passado

Levantamento revela que Google Drive foi ferramenta com maior número de problemas

Redação

12/01/2022 às 12h43

Foto:

Mais de dois terços dos downloads de malware vieram de nuvem
em 2021, sendo o Google Drive a aplicação que mais acumula o problema,
assumindo a posição de liderança que antes era do Microsoft OneDrive, segundo o
relatório Netskope Cloud and Threat Spotlight: January 2022. A pesquisa
identificou crescimento de 19% para 37% - de 2020 para 2021 – em documentos
maliciosos do Office de todos os downloads de malware, apontando a ampliação
dos riscos de segurança. Mais da metade de todas as instâncias de aplicações
gerenciadas em nuvem são alvo de ataques de roubo de credenciais.

Os dados anônimos foram coletados entre primeiro de janeiro
de 2020 e 30 de novembro de 2021 e revelaram que, em 2021, os downloads
originados de aplicações em nuvem aumentaram para 66% em comparação com sites
tradicionais, ante 46% no início de 2020.

O malware entregue na nuvem por meio do Microsoft Office
quase dobrou de 2020 a 2021. Os documentos maliciosos do Microsoft Office
aumentaram para 37% no final de 2021 em comparação com 19% no início de 2020, à
medida que os invasores continuam a usar documentos do Office como porta de
entrada para os sistemas que têm como alvo.

Sobre as ações dos hackers, a pesquisa revelou que os
cibercriminosos constantemente tentam senhas comuns e credenciais vazadas de
outros serviços para obter acesso às informações confidenciais armazenadas em
nuvem. Embora o nível geral de ataques permaneça consistente, as fontes mudaram
significativamente, com 98% dos problemas vindo de novos endereços IP.

“A popularidade crescente das aplicações em nuvem deu origem
a três tipos de riscos descritas neste relatório: invasores tentando obter
acesso, criminosos que invadem a nuvem para entregar malware e usuários
internos fazendo exfiltração de dados, explica Ray Canzanese, diretor de
pesquisas sobre ameaças do Netskope Threat Labs. “O relatório serve como um
lembrete de que as mesmas aplicações que são usadas para fins legais podem ser
atacadas e sofrer violação. O bloqueio pode ajudar a evitar a infiltração de
invasores, enquanto o escaneamento para identificar a entrada de ameaças e
saída de dados pode auxiliar a barrar downloads de malware e exfiltração de
dados”, explica.

Snippets HTML5 default Intervenções CW
Vai um cookie?

A CIO usa cookies para personalizar conteúdo e anúncios, para melhorar sua experiência em nosso site. Ao continuar, você aceitará o uso. Para mais detalhes veja nossa Política de Privacidade.

Este anúncio desaparecerá em:

Fechar anúncio

15