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Inteligência Artificial está no centro dos negócios digitais
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Inteligência Artificial está no centro dos negócios digitais

Pesquisa indica que organizações devem adotar tecnologias de inteligência artificial nos próximos 3 anos ou correm o risco de se tornarem irrelevantes

Da Redação

24/10/2017 às 13h35

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Foto:

A inteligência artificial tornou-se indispensável para as empresas que
querem manter a competividade, bem como conectar diversos espaços e
fornecer opções para adaptar seus processos e/ou produtos ao mundo
inteligente. A conclusão é do estudo "Modernização de TI: do crítico à transformação digital", realizado pela Vanson Bourne em maio 2017.por encomenda da Avanade. Os dados apontam que 100% dos entrevistados concordam que a automação
de processos é uma tecnologia chave para atender aos novos requisitos
do negócio digital, sendo que 63% são categóricos em concordar com a
nova realidade. Ao mesmo tempo, a maioria das organizações entrevistadas
espera implantar a automação de processos nos próximos três anos.

Outros dados demonstram a presença iminente da Inteligência Artificial em diversos negócios: a
automação de processos utilizando robôs (63%), a automação inteligente
(61%) e a automação cognitiva (59%) são as tecnologias de maior demanda
por parte das empresas. Já o aumento da produtividade (85%) e a redução
de custos (62%) são os dois principais fatores que influenciam as
organizações a implementarem a automação dos processos.

"Há um consenso que as abordagens de engenharia de software modernas e
o processo de tecnologias de automação são fundamentais no sentido de
endereçar os novos requisitos de negócios digitais e proporcionar
recompensas para empresas preparadas a fim de aproveitar todo o seu
potencial. É um momento excelente para os tomadores de decisão de TI, já
que podem defender a modernização, articular o valor comercial e
colocar as habilidades certas para implementações de sucesso", afirma
Marcelo Serigo, CTIO e Líder de Estratégia Digital da Avanade no Brasil.

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Automação inteligente e IA: Há diferença?
Para aumentar as capacidades dos trabalhadores e
superar o patamar de produtividade, as organizações abrangerão,
principalmente, duas formas de tecnologias IA:

  • - A Automação Inteligente, em que as máquinas imitam a aprendizagem, a
    tomada de decisão e as ações dos seres humanos por meio da inteligência
    habilitada por serviços analíticos e cognitivos avançados, por exemplo,
    bots de bate-papo, reconhecimento de objetos e fala e processamento de
    linguagem natural;
  • - A Automação Robotizada de Processos (RPA –
    Robotic Process Automation), em que robôs baseados em software são
    usados para processar tarefas manuais repetitivas e de alto volume que
    usam dados estruturados, por exemplo, solicitação de seguros.

Já a pesquisa global "Platô de Produtividade: O que está te afastando?", ouvindo executivos C-Level e tomadores
de decisão em TI, indica que maioria dos líderes globais, ao contrário
do senso comum, acredita que a automação inteligente aumentará a força
de trabalho humano ao invés de substituir empregos. O estudo também
afirma que 86% dos líderes empresariais globais creem que sua
organização deva implantar a automação inteligente para ser um líder em
seu setor e 31% das organizações já estão usando automação inteligente e
a previsão é que, até 2020, 67% das empresas adote esta tecnologia.

Os resultados confirmam que a inclusão da automação inteligente será
fundamental para as organizações romperem o platô de produtividade e
serem mais competitivas. Agora é o momento para os líderes estabelecerem
uma visão clara de que IA é o centro do mundo dos negócios e começar a
educar equipes sobre o potencial da automação inteligente a fim de
impulsionar as capacidades pessoais e profissionais.

As transformações trazidas pela IA são profundas e as decisões
tomadas hoje gerarão um impacto expressivo nas empresas. "Não podemos
dizer exatamente o que acontecerá a seguir, mas podemos dizer que
precisamos nos planejar para isso agora", alerta Marcelo Serigo. "Da
mesma forma que ocorre com desastres naturais, em que não sabemos
exatamente como e quando irão ocorrer, mas precisamos nos preparar para
eles, as empresas devem implementar estruturas de ética para evitar
consequências não-intencionais que são resultado da inovação de
tecnologias avançadas, incluindo IA", conclui Serigo.

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