Fazer login no IT Mídia Redefinir senha
Bem-vindo de volta,
Digite seu e-mail e clique em enviar
Ainda não tem uma conta? Cadastre-se
Salvar em Nova pasta de favoritos

+

Criar pasta
Salvar Escolher Pasta
Hospital aumenta eficiência e melhora atendimento com gestão de dados para CX
Home > Notícias

Hospital aumenta eficiência e melhora atendimento com gestão de dados para CX

Hospital reduziu tempo de espera do paciente, aprimorando a experiência do cliente com solução estratégica baseada em data analytics

Redação

02/12/2020 às 19h09

Foto: Adobe Stock

O Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre (RS), referência no atendimento médico-hospitalar de alta complexidade, investiu no uso de tecnologia de análise de dados para modernizar e agilizar os serviços, além de otimizar a operação.

Antes da nova solução, o hospital já utilizava a tecnologia de analytics da MicroStrategy para transformar o grande volume de dados que é gerado diariamente pelo negócio com informações estratégicas para os gestores do hospital. Porém, essa era uma atividade que ficava abaixo da Controladoria e que tinha um alcance mais restrito.

Com a necessidade de elevar a eficiência do atendimento ao paciente, o hospital, mantido pela Associação Educadora São Carlos (AESC), criou um setor específico de BI (Business Intelligence).

Sob a liderança de Fabrício Dhein, CIO do Hospital Mãe de Deus e da AESC, os segmentos de negócios e TI encontraram a solução recorrendo ao uso de dados para tornar sua gestão mais transparente e eficiente. Poucos meses depois, Maicon Freitas assumiu a coordenação da área de BI e Analytics.

CIO2503

E-book por:

Dhein conta que de 2016, quando ingressou na empresa, para cá, a área de BI cresceu muito e a MicroStrategy, ao lado do sistema de gestão, se tornou a principal ferramenta de apoio ao negócio do hospital. “Tecnologia é um diferencial do Hospital Mãe de Deus e da AESC porque conseguimos criar uma cultura de gestão orientada a dados”, enfatiza Dhein.

Com a plataforma, a área de BI fornece aos gestores das áreas de negócio relatórios com análises de dados históricos, dashboards on-line sobre indicadores de desempenho e análises preditivas, além de fornecer dados para projetos de inteligência artificial e machine learning do próprio setor.

Experiência do cliente

Focada na experiência do cliente, o hospital controla toda a jornada do paciente dentro do hospital, desde sua chegada na recepção até o atendimento do primeiro médico, passando por todos procedimentos necessários como medicação e espera pelos resultados de exames, até a sua liberação. Cada etapa é monitorada e cada uma tem um tempo estimado de atendimento a ser cumprido pelos médicos, enfermeiros e demais profissionais. “O objetivo é trazer mais transparência para o paciente”, conta Dhein.

O hospital utiliza os dashboards produzidos no MicroStrategy a partir de dados capturados do sistema de gestão e os reproduz nos diversos monitores que ficam espalhados nas áreas de espera. Essas telas mostram o tempo estimado e o nome do profissional responsável por cada atendimento.

As telas usam sinalizadores nas cores verde, amarela e vermelha. Se um atendimento ainda não realizado se aproximar do final do tempo estimado, automaticamente, é gerado um fluxo de ligações para os gestores do setor verificarem o ocorrido e tomarem uma medida. “Isso acaba criando uma cultura de respeito ao tempo por parte dos profissionais”, comenta o CIO, ressaltando que um atraso pode ser escalado até a superintendência.

O executivo salienta que não é uma questão de achar culpados, mas de transparência. “A produtividade e a efetividade melhoram. No momento em que ocorre um atraso, todos sabem que isso vai atrapalhar o cumprimento das metas. Tudo agora está em dashboard. Fica tudo visível. Os gestores conseguem saber quem está se atrasando e o próprio médico também enxerga isso”, conclui Dhein.

Até dois anos atrás, o tempo médio de espera para um paciente ser atendido por um médico era de cinco horas, em média. Hoje, esse número diminuiu drasticamente para 15 minutos. “Isso só foi possível com um trabalho forte de gestão, processos e tecnologia. Neste último ponto, a MicroStrategy foi fundamental para traduzir dados em informação relevante”, destaca Dhein.

Gestão

Utilizando dashboards do MicroStrategy, os gestores e coordenadores podem, por exemplo, monitorar o controle do fluxo de pacientes. Esse é um dado crítico para o gerenciamento de leitos do hospital, que tem uma taxa de ocupação alta, entre 90 e 97%. “Quanto menos tempo um leito ficar vago, melhor. A rotatividade do leito precisa ser ágil e os dashboards do MicroStrategy nos ajudam a ter um melhor controle para sermos mais efetivos”, explica Dhein.

Com os dashboards, os gestores têm visibilidade, em tempo real, sobre quantos dos 330 leitos do hospital estão livres, ocupados, em manutenção e higienização a qualquer momento. Eles também podem saber, por exemplo, quantas tomografias foram feitas, número de internações na UTI, ticket médio e os custos em um determinado período. Além disso, diariamente, os diretores recebem em seus e-mails relatórios para terem acesso aos dashboards que mostram dados sobre a operação do dia anterior.

O coordenador de BI do hospital destaca que a área deixou de ser uma criadora de relatórios e passou a dar treinamentos de self service BI. A área fornece um conjunto de informações e os cruzamentos de dados são feitos pelos próprios usuários de negócio, que recebem orientações dos analistas de BI sobre como montar dashboards e relatórios em cima de uma estrutura de dados pré-pronta.

“Até um tempo atrás era TI que fazia isso. Hoje tem até médicos aprendendo e fazendo relatórios junto com nossos analistas”, destaca Freitas. Segundo o executivo, os chamados para a área de TI diminuíram à medida que os usuários de negócios eram estimulados a usar análise de dados. “Potencializar o uso do MicroStrategy na organização foi algo transformador. Agora, os dados não ficam mais concentrados apenas com TI. Levamos a inteligência a todas as áreas de negócio e à ponta, chegando aos profissionais de saúde”, salienta.

Para os próximos meses, o Hospital Mãe de Deus pretende expandir o “empoderamento de dados” a outras áreas da AESC ainda não atendidas completamente, promovendo o self service BI. Para 2021, a empresa busca atingir a área de Educação da mantenedora. A área de TI assumiu a gestão de tecnologia no início deste ano.

“Temos um desafio muito grande. Educação é um setor muito competitivo. Nosso foco será prover aos diretores os dados necessários para ajudá-los a tomar decisões de negócio para aumentar a retenção de alunos”, antecipa Dhein.

Vai um cookie?

A CIO usa cookies para personalizar conteúdo e anúncios, para melhorar sua experiência em nosso site. Ao continuar, você aceitará o uso. Para mais detalhes veja nossa Política de Privacidade.

Este anúncio desaparecerá em:

Fechar anúncio

15