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Gartner: home office aumentou produtividade e aptidão digital de funcionários
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Gartner: home office aumentou produtividade e aptidão digital de funcionários

Estudo mostrou que 36% relataram aumento de produtividade, e 35% não sentiram mudanças

Redação

30/04/2021 às 17h39

Foto: Adobe Stock

Quase um em cada cinco trabalhadores (18%) se considera especialista em tecnologias digitais, e mais da metade se diz ao menos proficiente nas ferramentas usadas no trabalho remoto. É o que revela um estudo do Gartner divulgado esta semana e que analisou os desdobramentos da pandemia de COVID-19 para os trabalhadores.

A pesquisa ouviu mais de 10 mil profissionais
de organizações com 100 ou mais funcionários. Tentou entender experiências e
sentimentos dos funcionários relativos ao uso de tecnologia desde o início da
pandemia.

Ao contrário do temor de executivos
e lideranças, o trabalho remoto aumentou a produtividade – ao menos de acordo
com a visão dos trabalhadores. Entre os funcionários cujo tempo de trabalho em
casa aumentou desde janeiro de 2020, 36% relataram aumento na produtividade, e 35%
não sentiram mudança. A flexibilidade na jornada de trabalho foi o fator mais
citado para maior produtividade, selecionado por 43% dos entrevistados.

“Agora que muitos trabalhadores
experimentaram a flexibilidade que o trabalho remoto oferece, ele será um
fator-chave na contratação e aquisição de talentos”, diz Whit Andrews, vice-presidente
de pesquisa do Gartner e responsável pelo estudo. “Na verdade, 69% dos
profissionais em nossa pesquisa disseram que eram mais propensos a considerar
uma nova função que lhes permitisse trabalhar em um local de sua escolha, e 64%
eram mais propensos a considerar uma função que permite horários flexíveis.”

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Já um quarto dos trabalhadores
pesquisados relatou que a produtividade caiu. Problemas de conectividade e
mudanças de tecnologia estão entre os principais motivos citados.

Para Andrews, esse grupo demonstra
que a proficiência digital é essencial para a produtividade ao trabalhar
remotamente. “Os CIOs devem estender a orientação e o treinamento lateral de
trabalhador para trabalhador para garantir que nenhum funcionário seja deixado
para trás, pois o domínio da tecnologia se torna a expectativa”, diz.

Dispositivos e serviços

O estudo também descobriu que os
trabalhadores digitais aumentaram a dependência de dispositivos portáteis
durante 2020. Houve aumento de 11% na proporção de tempo de trabalho gasto em
laptops, smartphones ou tablets. Por outro lado, o tempo em desktops diminuiu
8%.

O estudo também mostra um aumento
no número de trabalhadores que usam dispositivos e ferramentas pessoais para trabalho.
Mais da metade dos entrevistados relatou que usa aplicativos ou serviços que pagam
do próprio bolso para colaborar com os colegas. A mesma proporção (55%) usa dispositivos
pessoais em pelo menos parte do tempo.

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