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Gartner: 10% dos funcionários tentarão enganar sistemas de controle do trabalho
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Gartner: 10% dos funcionários tentarão enganar sistemas de controle do trabalho

Cresce o uso de ferramentas de controle de produtividade no home office. Segundo relatório, boa parte dos funcionários as consideram desagradáveis

Redação

25/02/2021 às 17h07

Foto: Adobe Stock

Até 2023, um em cada dez funcionários procurará formas de enganar sistemas que medem o comportamento e a produtividade dos trabalhadores usando inteligência artificial (IA). Esses sistemas apresentaram um aumento significativo de uso por parte das organizações como consequência da pandemia de COVID-19. O alerta é do Gartner.

Esses sistemas habilitados com IA para monitorar trabalhadores em home office tem sido usados da mesma forma que ferramentas para entender consumidores. Fornecem registros de atividades básicas, com alertas ou, em versões mais sofisticadas, detectar ações positivas ou mau comportamento por meio de uma análise multi variável.

Leia mais: Governos do mundo todo devem gastar 5% a mais em TI neste ano, estima Gartner

À medida que essas ferramentas se
tornam mais comuns, a consultoria prevê que as organizações enfrentarão cada
vez mais trabalhadores que procuram evitá-las e iludi-las. Uma alta porcentagem
de colaboradores as considera desagradáveis, diz a consultoria. Mesmo antes da
pandemia, pesquisas indicaram que os colaboradores temiam tecnologias usadas
para rastrear e monitorar hábitos de trabalho.

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“Para culturas de gestão
acostumadas a depender da observação direta para avaliar o comportamento dos
colaboradores, o home office apresenta a necessidade de monitorar digitalmente
a atividade do trabalhador”, diz Whit Andrews, vice-presidente de pesquisa do
Gartner, em comunicado. “Assim como vimos com todas as demais tecnologias
destinadas a rastrear usuários, os funcionários descobrirão rapidamente as
lacunas nas estratégias de vigilância baseadas em Inteligência Artificial.”

Razões da contravenção

Segundo o especialista, os
funcionários podem tentar burlar a observações por diversos motivos –interesse
por menores cargas de trabalho, melhor remuneração ou simplesmente rancor.
Alguns, inclusive, podem enxergar que driblar as ferramentas de monitoramento
seja meramente um jogo a ser vencido.

Os funcionários podem fazer isso
explorando lacunas nas métricas de atividade, quando a responsabilidade de uma ação
não é clara ou na qual a Inteligência Artificial pode ser enganada, gerando
dados falsos ou confusos. Essas atividades já foram observadas em corporações
que priorizam o digital – por exemplo, motoristas de aplicativo, às vezes,
trabalham para dois serviços diferentes simultaneamente.

Para Andrews, líderes de TI que consideram
usar ferramentas de monitoramento de produtividade baseadas em IA não podem
perder de vista o objetivo principal dessas ferramentas. “Determine se o
propósito e o escopo da coleta de dados auxiliam os funcionários a melhorar a produtividade.
Para aqueles que decidirem utilizá-la, certifique-se de que a tecnologia tenha
princípios centrados no ser humano e está sendo implementada de forma ética”,
diz.

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