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Funcionários estão mais maduros em cibersegurança. Hackers também
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Funcionários estão mais maduros em cibersegurança. Hackers também

Relatório da Orange Cyberdefense mostra empresas mais cuidadosas, mas atacantes estão mais organizados

Redação

02/03/2021 às 14h55

Foto: Adobe Stock

O nível geral de maturidade dos funcionários das organizações para questões de segurança cibernética aumentou durante a pandemia, a medida em que se conscientizaram de como o mundo digital é crítico. O problema é que essa maturidade também vale para o cibercrime, que passou a ser mais estruturado em 2020. Os hackers agem segundo uma lógica mais corporativa, são organizados e especializados, colaborando entre si e formando redes.

Essa constatação faz parte do relatório Security Navigator, da Orange Cyberdefense – divisão de segurança cibernética do grupo europeu Orange. O estudo analisou a evolução e as mudanças nas ameaças a partir de dados coletados entre janeiro e outubro de 2020. São 50 bilhões de eventos analisados ppor 17 SOCs e 11 CyberSOCs da empresa no mundo, além de informações de um centro de pesquisa, de especialistas e outros estudos.

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Maturidade também valeu para os ataques.
Os ransomwares, por exemplo, antes considerados malwares sem muita sofisticação,
passaram a ser usado para penetrar sistemas de TI da vítima e criptografar
todos os dados mediante resgate. Esse tipo de ataque foi direcionado
principalmente para pequenas organizações ou indivíduos fáceis de atacar, não
tinham backups e estavam dispostos a pagar pela recuperação dos dados.

Soma-se a isso o que a Orange
chama de “excepcionalmente alto de vulnerabilidades em produtos de segurança”, que
se tornaram essenciais e muito usados no trabalho remoto. E os atrasos na
correção dessas brechas permanecem longos.

Os pesquisadores analisaram 168
vulnerabilidades em produtos de segurança em que patches estavam disponíveis
nos últimos 12 meses. Menos de 19% deles foram corrigidos em 7 dias e 56,8% levaram
entre 31 e 180 dias para serem aplicados. Mais preocupante, 14% ainda não foram
implementados seis meses após a notificação.

Novas tecnologias e demanda por
segurança

A pandemia colocou as tecnologias
de acesso remoto em destaque. A demanda geral por essas soluções aumentou 41%
na segunda metade de março de 2020 e permaneceu 22% acima dos níveis
pré-pandêmicos.

Outra tendência é o impulso na
adoção da nuvem, que oferece às empresas maior capacidade de resposta, menor
investimento e flexibilidade. Essa migração exige atenção especial à segurança
dos dados e à identidade do usuário, segundo a Orange.

Em termos de investimento, as
previsões do Industry Analyst para 2021 parecem mostrar um contínuo interesse
das organizações por serviços gerenciados (terceirização de segurança, no todo
ou em parte, para um provedor de serviços).

Outras informações podem ser obtidas baixando gratuitamente o estudo (em inglês) no site da Orange.

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