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Empresas reorganizam planos de orçamento para 2020 com impacto da pandemia
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Empresas reorganizam planos de orçamento para 2020 com impacto da pandemia

Pesquisa mostra que mais de 60% das organizações tiveram orçamento de 2020 impactado durante a crise do novo coronavírus.

Da Redação

15/04/2020 às 18h00

Foto: Shutterstock

Aproximadamente um mês após os bloqueios e medidas de contenção do novo coronavírus, executivos já têm dimensão dos passos seguintes das suas organizações, mesmo que o futuro ainda seja nebuloso. 

Hoje, já é possível ter uma ideia das ações tomadas pelos líderes após a explosão da crise pandêmica. As empresas precisaram correr para reescrever seus planos orçamentários de 2020.

Pesquisas de executivos e líderes de negócios fornecem algumas dicas sobre os planos de mudança e os impactos gerados pela pandemia.  

O Dresner Advisory Services,
que atualmente está trabalhando em sua Pesquisa de Usuários 2020,
incluiu algumas perguntas sobre os impactos da crise COVID-19 em sua
pesquisa com líderes empresariais, publicada no dia 24 de março.  

O
relatório mostra que os impactos relatados pelos entrevistados incluem
fechamento de escritórios, funcionários remotos, adiamento de projetos,
demanda reduzida pela maioria dos produtos e serviços, menor receita,
atrasos na cadeia de suprimentos, demissões e proibições de viagens. 

CIO2503

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A
maioria dos entrevistados, 61%, disse que a pandemia afetou orçamentos e
projetos. Esses números variaram um pouco por região, 72% dos
entrevistados na Europa, Oriente Médio e Ásia, relataram impacto; 66% na
América do Norte; e 62% na Ásia-Pacífico.  

Em
todas as regiões, a distribuição das respostas parece se alinhar à
expansão e às mudanças na gravidade regional do COVID-19. É interessante
notar que a região Ásia-Pacífico – que promulgou as políticas de
contenção mais rigorosas e conduziu os testes até o momento – reportou o
menor nível de impacto, mesmo sendo a região mais afetada inicialmente
pelo COVID-19. 

Impacto nas funções e na indústria 

Atualmente a pandemia tem um impacto maior nas funções mais próximas de clientes e consumidores – especificamente, core business (operações) e front office (gerenciamento executivo, marketing e finanças).

Mais funções administrativas que tendem a estar menos diretamente vinculadas a clientes e consumidores - TI, P&D e BICC - mostram menos impacto.  

Entre
as operações (incluindo manufatura, cadeia de suprimentos e serviços),
89% relataram impacto em projetos ou orçamentos; gerenciamento
executivo, 83%; marketing, 75%; finanças, 65%; TI, 60%; P&D, 60%; e
Business Intelligence, 56%. 

Segundo
o relatório, o grande impacto nas operações reflete novas realidades
difundidas. O COVID-19 afetou as cadeias de suprimentos, especialmente
da China, durante todo o trimestre. Fatores como fechamento de empresas
forçado pelo governo, fechamento de escritórios, confinamento em
residências e compras de pânico elevaram os padrões de demanda, segundo o
relatório. 

Em
termos de indústrias, Tecnologia (59%) e Serviços Financeiros (53%)
relataram o menor impacto. Os setores de educação e ensino superior
(93%), consultoria (88%), publicidade (83%) e assistência médica (78%)
relataram os maiores impactos. 

O
processo de previsão de negócios tradicionalmente leva semanas (na
melhor das hipóteses) ou meses (normalmente). Agora, para muitos setores
e empresas, as condições de negócios em rápida mudança aparentemente
exigem um novo reinício diário das atividades de planejamento e
previsão, diz o relatório. 

Revendo as metas 

Enquanto isso, uma pesquisa do Gartner com 317 CFOs e líderes financeiros, divulgado em 30 de março, revelou que 62% estão planejando alguns cortes nos orçamentos de vendas, gerais e administrativos em suas organizações este ano.

Enquanto 38% disseram que não preveem cortes neste ano, 18% estão planejando cortar orçamentos em todas as categorias em pelo menos 10%, e os departamentos de marketing são a principal função para reduzir seus orçamentos em 10% ou mais, conforme relata o Information Week. 

Mas tratar todos os departamentos da mesma forma pode ser um erro, de acordo com Dennis Gannon, Vice-Presidente Consultivo do Gartner Finance Practice. 

 "Os cortes generalizados em todas as categorias de gastos com despesas gerais e administrativas geralmente acabam míopes. Por exemplo, vemos evidências de que o coronavírus levou a uma mudança permanente para mais tarefas domésticas. Essa ransição para o trabalho remoto em larga escala coloca pressão adicional no departamento de TI. Portanto, forçando o grupo de infraestrutura de TI a suportar as mesmas reduções de custo que outras áreas pode expor sua organização a novos riscos ou afetar negativamente a continuidade dos negócios", disse Gannon ao Information Week. 

Em vez de reduções de número de funcionários ou cortes gerais, o Gartner aconselha as organizações a consolidar produtos e serviços em menos linhas de negócios, baseando-se na base de uma presença mais restrita no setor.

“Os melhores CFOs usarão o COVID-19 como catalisador para obter alavancagem operacional significativa de suas linhas de negócios mais rentáveis, sem destruir o valor", finaliza Gannon.

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