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Em 2021, empresas buscarão tecnologias que possibilitem refatoração em fases, diz CTO da Nutanix
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Em 2021, empresas buscarão tecnologias que possibilitem refatoração em fases, diz CTO da Nutanix

Paralelamente, a Realidade Aumentada se tornará mais popular no espaço do consumidor, segundo previsão de Rajiv Mirani

Da Redação

23/12/2020 às 18h00

Foto: Adobe Stock

Muitas empresas aceleraram seus processos de transformação digital e implementaram novas tecnologias no primeiro semestre do ano para sobreviver à crise da Covid-19. Depois de quase dez meses, as organizações continuam se adaptando ao ritmo imposto pela pandemia e já visam manter, estrategicamente, em 2021, algumas tecnologias implantadas sob a pressão da Covid.

Rajiv Mirani, CTO da Nutanix, empresa de computação para nuvem e infraestrutura local, diz que mover aplicações para a nuvem pública continuará a ser uma tendência em 2021. No entanto, ele ressalta, o custo de refatoração e reescrita será maior do que o previsto por muitas empresas. “As empresas buscarão tecnologias que possibilitem a refatoração em fases, em vez de projetos ‘bigbang’”, afirma.

Em análise sobre as tendências de TI para 2021, o executivo prevê que a Realidade Aumentada se tornará mais popular no espaço do consumidor e que surgirão novos produtos que incorporam RA em software de negócios. Outra tecnologia que deverá continuar em alta é a inteligência artificial, segundo Mirani.

“A IA continuará a crescer na análise de dados de negócios e na análise preditiva. No entanto, continuará a ser uma ferramenta para orientar a tomada de decisões, em vez de ser totalmente autônoma”, diz.

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O CTO prevê ainda que, em 2021, as organizações deverão buscar tecnologias que desbloqueiem aplicações em locais físicos. “Isso acontecerá tanto para aplicações tradicionais quanto para aplicações modernas ‘nativas da nuvem’. Os fornecedores precisam fornecer os dois tipos para serem executados em qualquer nuvem - privada ou pública”, diz Mirani.

No próximo ano, a TI precisará continuar a fornecer segurança, continuidade de negócios e recuperação de desastres para todas as aplicações, incluindo as nativas da nuvem, de acordo com o CTO. “À medida que nos acomodamos ao estado pós-pandemia, a TI buscará maior adaptabilidade e flexibilidade em sua infraestrutura”, diz Mirani.

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