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Conselheiros de bancos tem pouca experiência em TI, revela estudo
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Conselheiros de bancos tem pouca experiência em TI, revela estudo

Apenas 10% dos membros dos conselhos dos maiores bancos do mundo têm experiência relevante em tecnologia, diz estudo da Accenture

Redação

25/03/2021 às 21h00

Foto: Adobe Stock

Apesar de investirem cada vez mais em tecnologia e acompanhar a demanda dos consumidores, os membros dos conselhos dos maiores bancos do mundo não têm o conhecimento tecnológico necessário para minimizar riscos e maximizar benefícios dos investimentos feitos. Falta repertório sobre tecnologia e fluência digital entre os profissionais, revela um estudo divulgado nesta quinta (25) pela Accenture.

O levantamento considera dados
compilados a partir da análise do histórico profissional de quase 2 mil diretores
executivos e não-executivos de 107 dos maiores bancos do mundo.

Na análise, a Accenture define membros
do conselho com experiência profissional em tecnologia como aqueles que têm
responsabilidades de tecnologia sênior - incluindo a ocupação de cargos como
CIO, CTO ou CDO - na empresa atual, ou que teve tais responsabilidades em
empresas anteriores. Foram consideradas instituições da Alemanha, Austrália,
Bélgica, Brasil, Canadá, China, Dinamarca, Espanha, EUA, França, Grécia,
Irlanda, Itália, Japão, Noruega, Países Baixos, Reino Unidos, Rússia, Suécia e
Suíça.

Apenas 10% de todos os diretores
de conselho, bem como 10% dos CEOs presentes nos conselhos ouvidos pelo estudo,
têm experiência profissional no ramo de tecnologia - aumento de 4 e 6 pontos
percentuais, respectivamente, em comparação a cinco anos atrás. O número de
bancos cujo conselho tem pelo menos um membro com experiência profissional em
tecnologia aumentou apenas 10% nos últimos cinco anos, passando de 57% para 67%.

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"Bancos que estão acelerando
a adoção da nuvem para um melhor gerenciamento das mudanças se beneficiariam de
um conselho com experiência em tecnologia e capaz de garantir que os
investimentos sejam compatíveis nas várias unidades de negócios", explica
em comunicado Joana Henklein, diretora de estratégia e consultoria em serviços financeiros
da Accenture no Brasil.

No estudo, a Accenture recomenda
que ao menos 25% dos membros dos conselhos de bancos tenham experiência em
tecnologia. Por outro lado, enquanto apenas 19% dos diretores com experiência
em tecnologia cinco anos atrás eram mulheres, esse número atualmente chega a
33%.

Diferentes mercados

O estudo mostra que os conselhos
de bancos no Reino Unido, Finlândia, Irlanda e EUA têm um percentual maior de
diretores com experiência profissional no setor de tecnologia do que os de
outros países, com um aumento significativo na comparação com os dados de 2015.
No entanto a contagem em conselhos de bancos é considerada baixa em países como
Brasil, China, Rússia e vários países da Europa, incluindo Áustria e Itália.

"Eles [os bancos] devem
considerar a experiência em tecnologia como um fator a ser levado em conta nas
novas indicações, além dos demais critérios de avaliação existentes",
explica Joana. "Também existem caminhos mais rápidos de aumentar a
expertise em tecnologia entre os membros dos conselhos.”

A executiva cita como exemplo a
oferta de treinamentos sobre tecnologias recentes, como nuvem, inteligência
artificial e IoT. “Dessa forma, os executivos podem compreender de que forma a
combinação entre tecnologia e criatividade humana possibilita o acesso a novas
fontes de valor”, diz.

O estudo completo pode ser acessado (em inglês) nesse site.

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