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Cibersegurança no home office ainda preocupa maioria absoluta das empresas
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Cibersegurança no home office ainda preocupa maioria absoluta das empresas

Estudo da Thales aponta que 86% das corporações da América Latina se preocupam com riscos e 49% dizem ter sofrido violações no último ano

Redação

02/06/2021 às 9h30

hacker, cibercrime, segurança
Foto: Adobe Stock

Mais de um ano depois de o trabalho remoto tomar de assalto boa parte das corporações mundiais, e dos modelos híbridos se estabelecerem como futuro provável, 86% das organizações da América Latina ainda estão preocupadas com os riscos de segurança dos funcionários que trabalham de casa. Para piorar, nos países da América do Sul, quase metade (49%) dos entrevistados afirmaram ter sofrido uma violação.

Entre os principais ataques estão ransomware
(53%), malware (52%) e phishing (45%).

É o que revela um estudo global encomendado
pela Thales e feito pela 451 Research. Foram ouvidos 2.600
executivos com responsabilidade ou influência em TI e segurança de dados, de 16
países e diferentes setores econômicos.

Segundo o documento, o gerenciamento de riscos de segurança é o maior desafio, com 38% das empresas latino-americanas observando aumento no volume, na gravidade e no escopo dos ataques cibernéticos nos últimos 12 meses. No mundo, 47% de corporações afirmaram ter observado esse crescimento.

E apesar do maior número de
pessoas em trabalho remoto, quase metade (46%) não apresentava infraestrutura
de segurança preparada para lidar com riscos. E apenas 24% acreditavam estar bem-preparadas.

Complexidade da nuvem e riscos

Outro aspecto abordado pelo estudo
é a adoção da nuvem como repositório de dados corporativos. Os países da
América Latina são heavy-adopters: 77% dos entrevistados afirmaram ter
colocado até metade das cargas de trabalho e dados das organizações na nuvem.

No entanto, grande parte das
informações confidenciais permanece não criptografada – apenas 20% das
organizações criptografam mais da metade deles.

“Ao migrar para soluções
multicloud, o gerenciamento de dados pode sair rapidamente do controle”, diz em
comunicado Roman Baudrit, vice-presidente de vendas na América Latina para
atividades de licenciamento e proteção em nuvem da Thales. “Com uma quantidade
de dados sem precedentes agora sendo usada e armazenada na nuvem, é vital que
as empresas implantem uma estratégia de segurança robusta com base na
confidencialidade, proteção e controle de dados”.

O Data Threat Report de 2021 da
Thales ouviu 2.600 executivos de 16 países (Alemanha, Austrália, Brasil, Coreia
do Sul, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, França, Holanda, Hong Kong,
Índia, Japão, México, Nova Zelândia, Reino Unido, Singapura e Suécia). A
pesquisa foi realizada em fevereiro de 2021.

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