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BYOD, pandemia e conscientização das equipes
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BYOD, pandemia e conscientização das equipes

Trabalhar com próprio dispositivo melhora experiência e produtividade dos funcionários, mas exige cuidados, sobretudo no home office

Gabriel Amorim*

19/07/2021 às 13h11

home office, notebook, smartphone
Foto: Adobe Stock

É fato que o BYOD (Bring Your Own Device) vem se mostrando
um modelo de trabalho eficaz, com comprovado aumento de produtividade
nas organizações que oferecem ao colaborador a possibilidade de escolher o
dispositivo e o sistema operacional. Eles tornam as atividades profissionais
mais confortáveis e eficientes, sobretudo nos dois últimos anos, com o
crescimento do home office.

Recente análise do Market Research Future (MRFR) aponta um
crescimento anual de 15,86% do setor de BYOD entre 2018 e 2023, quando a
movimentação desse mercado chegará a USD 94,41 bilhões.

É inegável que, além de proporcionar a melhor experiência
ao funcionário, a redução de custos com aquisição, conservação e modernização
constante de equipamentos figura entre as principais vantagens do BYOD, o que
por si só já seria um bom motivo para as empresas adotarem esse modelo
operacional. No entanto, toda mudança exige planejamento e aculturação dos
usuários para garantir que os fluxos de trabalho sigam ininterruptos e sem
perdas para a operação.

Permitir aos times operarem nos sistemas que lhes são mais
familiares resulta em entregas mais rápidas e na realização de tarefas de forma
mais assertiva. Mas oferecer às equipes essa liberdade de escolha trouxe
desafios para companhias que precisam garantir aos seus profissionais acesso a
arquivos e aplicações em qualquer hora e lugar. Essa demanda abriu um novo
mercado para provedores de soluções de virtualização aderentes à multiplicidade
de aparelhos e OSs utilizados pelos funcionários.

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Não estamos falando apenas de computadores, ou dispositivos
móveis, e interfaces como Windows, Linux, IoS ou Android, mas das enésimas
versões de softwares que rodam em gadgets de diferentes marcas e
gerações. Assegurar ambientes de trabalho compatíveis com esse parque
tecnológico heterogêneo e descentralizado - que ganha um reforço cotidiano com
a evolução da cloud computing e conexões cada vez ais velozes - é uma tarefa
que vem mobilizando as áreas de TI.

Se antes as corporações mantinham infraestruturas centralizadas,
com datacenters protegidos, hoje a readequação da segurança de dados é
emergencial para suportar a transformação digital que envolve as novas relações
de trabalho, pois, uma vez que o colaborador utiliza um dispositivo pessoal
para atividades profissionais, é impossível restringir o que ele instala e
acessa no equipamento fora do ambiente de trabalho. Isso sem contar a
possibilidade de outras pessoas terem acesso ao dispositivo.

Esse cenário justifica o crescimento dos investimentos em
segurança para endpoints, como computadores e celulares, de 4,8% ao ano,
segundo projeções da consultoria Valuate Reports. O estudo aponta que o mercado
global para segurança alcançará faturamento de US$ 17,8 milhões,
particularmente impulsionado pelo BYOD, Edge Computing e IoT.

Nesse contexto, a solução é prover workplaces monitorados,
com total controle da rede e das atividades realizadas, desde o acesso ao
logout, com definições parametrizadas e hierarquizadas do que pode ser
acessado, modificado e baixado pelo funcionário. Nesse sentido, aconselha-se o
uso de ferramentais que controlem, inclusive, o tempo de atividade do usuário,
facilitando o trabalho do RH.

No entanto, a revisão da governança corporativa e a
conscientização das pessoas ainda é fundamental. Políticas bem estabelecidas,
que envolvam desde regras básicas de acesso ao ambiente de trabalho, às
obrigações relacionadas a atualização e manutenção dos dispositivos, fazem toda
diferença na implementação do BYOD.

* Gabriel Amorim é sales engineer da Populos

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