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Ataques contra setor financeiro crescem 300% no mundo, mostra relatório
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Ataques contra setor financeiro crescem 300% no mundo, mostra relatório

Estudo da NTT coloca saúde, finanças e manufatura como alvo dos hackers em 2020. Pandemia motivou aumento

Redação

28/05/2021 às 17h55

Foto: Adobe Stock

Um relatório divulgado essa semana pela japonesa NTT revela como os cibercriminosos estão aproveitando a crise sanitária global para atacar vulnerabilidades comuns do home office e alcançar indústrias consideradas essenciais. Saúde, finanças e manufatura viram aumentos consideráveis nos ataques (200%, 300% e 53%, respectivamente), com esses três setores respondendo por um total combinado de 62% de todo os ataques em 2020, aumento de 11% em relação ao ano anterior.

Os ataques contra a manufatura aumentaram de 7% em 2019 para 22% em 2020.
No setor de saúde aumentaram de 7% para 17%, e no financeiro de 15% para 23%.

Com as empresas oferecendo mais acesso remoto por meio de portais dos
clientes, os ataques a aplicativos e páginas web desse tipo aumentaram,
respondendo por 67% de todos os ataques. O setor de saúde sofreu o maior impacto,
com 97% de todas as atividades hostis desse tipo direcionadas ao setor.

Para piorar o cenário, segundo o estudo, o nível de maturidade em
cibersegurança é peocupante nos setores da saúde e da manufatura, que têm pontuações
baixas na escala proposta. Por outro lado, o setor financeiro mostra maior
pontuação de referência de maturidade pelo terceiro ano consecutivo.

Malware em metamorfose

Os worms apareceram com mais frequência nos
setores financeiro e manufatureiro. A saúde foi afetada por trojans de acesso
remoto, enquanto a indústria tecnológica foi alvo de ransomware. O setor da
educação foi atingindo por mineiradores de criptomoeda devido à popularização
da mineração entre alunos que exploram infraestruturas desprotegidas.

As formas de malware mais comuns em 2020 foram miners (de mineração, ou critpo
jack
) com 41%, trojans com 26%, worms com 10% e ransomware com 6%.

“Por um lado você tem atores de ameaças tirando
proveito de um desastre global e, por outro lado, os cibercriminosos
capitalizando em explosões de mercado sem precedentes“, diz em comunicado Mark
Thomas, que lidera a Central de Inteligência de Ameaças Globais da NTT. “O
traço comum em ambas as situações é a imprevisibilidade e o risco.“

Para o especialista, conforme o mundo caminha
para uma fase mais estável da pandemia, as organizações e os indivíduos devem
priorizar a segurança cibernética em todos os setores, incluindo a cadeia de
suprimentos.

O relatório (em inglês) pode ser baixado nesse link.

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