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Inovação hoje acontece em torno de containers e Kubernetes, diz Red Hat

Comentário foi feito por Jim Whitehurst, CEO da companhia, ao lado de Ginni Rometty, CEO da IBM, no palco do Think 2019

Da Redação, com Vitor Cavalcanti

14/02/2019 às 9h44

Foto: Reprodução Internet

A expectativa em torno da união de portfólio e de como será o trabalho conjunto com a IBM, pós-aprovações regulamentares, é grande.  Tanto que, nesta quarta-feira, 12/2,o CEO e presidente da Red Hat, Jim Whitehurst, foi convidado pela CEO da IBM, Ginni Rometty, para estar no palco durante a abertura do maior evento da Big Blue para clientes e parceiros, o Think, para contar um pouco da visão da Red Hat para o futuro da tecnologia.

Vale lembrar que a Red Hat acaba de ser indicada pela revista Fortune, pelo segundo ano seguido, para sua lista de Companhias Mais Admiradas. A empresa conquistou o oitavo lugar dentro da categoria de software para computadores, em uma disputada com outras 675 organizações de 56 setores. As empresas foram classificadas em nove critérios: inovação, efetividade em fazer negócios globalmente, valor do investimento no longo prazo, robustez financeira, qualidade da gestão, produtos, responsabilidade social com a comunidade e com o ambiente e habilidade de atrair e reter pessoas talentosas.

A aliança com a IBM vem de longa data.  “Namoramos por 40 anos antes da aquisição. Nosso compromisso de levar a Red Hat e toda a inovação para o futuro é muito sério, por isso, o convidei Jim para esse evento hoje”, disse Ginni.

“Estou bastante empolgado com a integração por diversas razões, também conversei com CIOs e clientes de diversas partes do mundo e todos estão recebendo bem a aquisição”, afirmou Whitehurst.

A Red Hat é uma das principais fornecedoras de soluções de software open source, utilizando uma abordagem de parceria com as comunidades para oferecer tecnologias confiáveis e de alto desempenho de cloud, Linux, middleware, armazenamento e virtualização.  "Combinar [essa expertise]  com IBM e toda a experiência que ela tem em processos, por exemplo, é uma grande oportunidade de transformação”, completou o executivo.

Kubernetes,  containers, Edge Computing e todo o discurso em torno de nuvem híbrida também unem a estratégia das duas companhias. E muito da crença de inovação futura de Whithurst passa por esses termos e é endossado pela IBM.

“A inovação está acontecendo em torno de containers e kubernetes, não importa se nuvem ou edge. Se você pensa em carro autônomo, tem tanto dado analisado num trajeto que as pessoas nem fazem ideia e isso demanda processamento e infraestrutura na ponta. Por isso, estamos animados [com o casamento com a IBM]”, pontuou Whitehurst.

Para a IBM, a aquisição da Red Hat é parte de dos esforços da companhia para ajudar seus clientes a acelerar sua jornada para a nuvem híbrida. Tanto Jim Whitehurst quanto Ginni Rometty concordaram que a IBM e a Red Hat trabalham na “última milha da empresa”. Juntas, a IBM e a Red Hat não apenas continuarão a tornar o software livre consumível para as empresas, mas também contarão com a expertise da indústria para ajudar empresas fazem sentido de seus dados e colocá-lo em uso.

Juntas, as duas empresas almejam a liderança do mercado de nuvem híbrida. "O destino para mim é a nuvem híbrida, o que significa TI tradicional, nuvem privada e nuvem pública", disse Ginni.

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