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Um chamado para a ação

A função do CIO está....misturada. Ainda hoje, poucos CIOs são estrategistas de negócio

Abbie Lundberg*

06/01/2008 às 15h19

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Nem todos os empregos de CIO são iguais. As necessidades e a maturidade da TI das companhias variam muito. Você não esperava que uma operação em minas ou que companhias de serviço financeiro iam querer ou precisar do mesmo tipo de CIO. Isso dito, a cada ano existem mais negócios que não poderiam funcionar sem TI e dependem de CIOs que sabem fazê-los funcionar.

Então, no ano passado começamos a relatar em nosso “Situação do CIO” anual resultados não só por indústria e tamanho das companhias mas por diferentes tipos de CIOs. Este ano, nós alinhamos nossos tipos de CIOs com o modelo futuro do CIO Executive Concil, desenvolvido no ano passado por um grupo de líderes CIOs.

O modelo inclui três formatos diferentes do papel do CIO: Líder (excelência operacional), Líder Transformacional (dirigir mudanças através da transformação dos processos de negócio) e Estrategista de Negócio (focado em TI – habilitar as estratégias de negocio para obterem os melhores resultados).

Então, onde estamos hoje? De acordo com a pesquisa de 2007 de “Situação do CIO” – um olhar compreensivo de como 558 CIOs gastam seu tempo, quais são suas prioridades, quanto dinheiro gastam, qual o tamanho do orçamento que controlam e mais – 37% dos CIOs cumprem a função de Líder, 51% agem como Líderes Transformadores e uma minoria (12%) estão envolvidos no modelo de serem parte da estratégia de negócio.

Com o amadurecimento das organizações, envolvimento dos profissionais, esperamos ver essa porcentagem aumentar, mais CIOs gastando a maior parte de seu tempo com a estratégias de negócio, como os autores do modelo da situação futuro vislumbraram.

Mas existem outras diferenças entre CIOs, não necessariamente baseadas nas necessidades e maturidade das empresas. Como o editor sênior, Kim Nash, escreveu. “Para alguns CIOs, não existe separação entre TI e o negócio, enquanto para outros, um abismo encobre suas habilidades de realizar, ou mesmo definir, suas funções.” Isso é mau para os CIOs e para os negócios, e nós temos algumas sugestões sobre o que fazer a respeito.

É tempo de parar de falar e começar a fazer. “Um forte, equilibrado, bem-sucedido CIO não se norteia por palavras-chaves,” escreveu Nash. “CIOs fortes não alinham tecnologia e negócios. Eles trabalham com seus pares...Descobrem formas de ganhar mais dinheiro para o negócio. Eles cortam gastos e direcionam as economias para projetos que gerem valor. Algumas vezes eles criam todo um negócio onde nada havia.” O mundo precisa de CIOs mais fortes – quanto antes, melhor.

*Abbie Lundberg é editora da CIO EUA

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