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Invasão de privacidade

Empregados e empregadores estão mais protegidos quando tecnologias de uso pessoal são deixadas em casa

CIO

26/09/2007 às 12h57

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Aparentemente, a privacidade já não é um direito inalienável. Se você faz download de pornografia infantil em seu computador pessoal, e traz o equipamento para o escritório, é praticamente certo que irá acabar nas mãos da polícia federal. Então, quais direitos tem a pessoa que usa tecnologias pessoais no ambiente de trabalho? Praticamente nenhum, segundo Nancy Flinn, diretora-executiva do ePolicy Institute, uma consultoria de comunicação eletrônica.

A melhor forma de os empregadores garantirem o uso devido de seus ativos de informativa é determinar regras claras para governá-los. Na opinião de Flinn, a política ideal seria não permitir qualquer uso de tecnologias pessoais no escritório. No entanto, se a empresa não quiser ser tão radical, a política de segurança deve deixar muito claras as regras do jogo.

Ainda de acordo com a consultora, as companhias devem também oferecer treinamentos formais em relação aos riscos e às regras do uso de e-mail e de internet. Assim, os empregados não se sentirão vigiados pelo Big Brother. “Quando a empresa explica as regras, porque elas existem, como os ativos são monitorados e porquê, é muito mais fácil garantir o cumprimento das leis pelos usuários”, pontua Flinn.

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