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CaaS: mais um acrônimo

Gartner prevê que o mercado de "comunicação como serviço" deve gerar US$ 2,3 bi em 2011

Thais Aline Cerioni

06/09/2007 às 14h46

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Recente estudo do Gartner aponta para o nascimento de mais um acrônimo na onda do "como serviço": CaaS, ou seja, comunicações como serviço.
Na visão do instituto, o início lento do modelo de venda de telecomunicações como um serviço é culpa dos provedores não entenderem e não serem capazes de definir, empacotar e vender o serviço como um diferencial dentro da oferta de telefonia via Internet protocol (IP).
Mesmo assim, o mercado mundial de CaaS está projetado para gerar 251,9 milhões de dólares já em 2007, alta de 37,6% perante o ano anterior. Em 2011, aponta o instituto, esse valor vai subir para 2,3 bilhões de dólares, o que representa um crescimento próximo aos 105% em cinco anos.
A "novidade" do modelo é questionável. O Gartner define CaaS como um serviço de telefonia IP que está localizado em um data center terceirizado, além de ser gerenciado e de propriedade do terceiro. “Usuários vão buscar o CaaS para passar o risco da tecnologia para o provedor de serviços. A obsolescência vai ser melhor cuidada por um terceiro que tem escala”, define.
O analista indica ainda que o começo lento vai ser recompensado por um ciclo de vendas mais longa, na medida em que os clientes vão precisar de tempo para se acostumar com preços maiores, mas consolidados. “Uma única conta que consolide os serviços de telecom com equipamentos de infra-estrutura tem aceitação”, defende Goodness.

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