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O paradoxo dos e-mails pessoais

Caminho para burlar sistemas de segurança ou alternativa aos problemas da infra-estrutura corporativa? Como lidar com o uso de e-mails pessoais no trabalho

03/09/2007 às 13h21

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Você pensa que está imune ao problema dos e-mails pessoais? Uma pesquisa realizada recentemente com funcionários de médias e grandes empresas norte-americanas provou que metade deles usa e-mails pessoais para fins profissionais com freqüência significativa. Segundo o estudo, 33% usam suas contas pessoais para assuntos de trabalho pelo menos duas vezes por semana; enquanto outros 17% têm esse hábito diariamente.
As razões variam entre a intenção de evitar a inspeção ou o bloqueio das mensagens – motivo citado por 16% dos entrevistados – até à necessidade de se ter uma alternativa quando o e-mail corporativo está fora do ar.
A questão deve ser analisada com cuidado pelos líderes de TI – os quais precisam avaliar ferramentas ou políticas que coíbam a prática, sem prejudicar os que usam os e-mails pessoais como complemento aos aplicativos oferecidos pela empresa.
Uma alternativa seria o uso de e-mails baseados em web como sistema corporativo de mensageria. Esta opção garante alta disponibilidade do serviço – o que pode ser garantido por meio de SLAs (acordos de níveis de serviço) –, sem a necessidade de altos investimentos em infra-estrutura própria. Além disso, a interface amigável e semelhante à dos e-mais pessoais simplifica a interação entre funcionários e sistema. O contra-ponto é o fato de ser um sistema novo e, por isso, considerado imaturo por alguns. Algo a se pensar.

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