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Quando subir não é bom

Muitos CIOs querem continuar a carreira como COO ou CEO. Mas alguns, depois de conseguirem, percebem que não nasceram para isso

Meridith Levinson

30/08/2007 às 14h15

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Para muitos executivos, o cargo de CIO não é o fim da linha - eles querem chegar a posições executivas como COO ou CEO. Mas depois de alcançar a tão almejada promoção, alguns executivos percebem que não foram feitos para aquilo. Eles vêem que o novo trabalho não é tão glamuroso como imaginavam, ou que ser CIO não era tão ruim. Então, eles voltam ao velho cargo. E tudo bem com isso, dizem os headhunters.
Não existe vergonha em tentar um novo cargo, mas não dar certo. A não ser que você tenha muitas falhas divulgadas na posição executiva. "As pessoas te respeitam mais por ter tentado e não ter conseguido do que por não arriscar algo novo", garante Sam Gordon, da firma de recrutamento Harvey Nash. Ou seja, vale a máxima "O que não te mata, te fortalece."
Joseph DeTullio, que desde abril está no conglomerado de mídia IMG, depois de responder como CEO da EquaTrax, afirma que assumir o cargo de CEO não foi uma boa transição. "Eu passei de CIO de uma das maiores empresas de música do mundo [ele era CIO da Universal Music] para CEO de uma start-up que tinha como único objetivo construir uma plataforma para cobrança de royalties para a índústria musical. Não foi uma grande mudança para mim. Eu senti necessidade de voltar a uma posição em uma grande empresa global com muitas responsabilidades", diz. E ninguém pode culpá-lo por isso.

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