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Hardware como serviço

T-systems traz ao Brasil serviço de terceirização de servidores tarifado de acordo com consumo

Cláudia Zucare Boscoli

06/07/2007 às 13h23

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A T-Systems passa a oferecer no mercado brasileiro sua opção de terceirização de processadores batizada de Dynamic Computing. Em uso desde 2004 na Alemanha, na África e na Ásia, o que o modelo traz de novo é a precificação, que passa a ser calculada de acordo com o consumo.
A base da conta é de R$ 75 por 1 slice ou 2.137 transações por minuto. "O quanto cada cliente usa de processamento é um cálculo muito particular. Mas será como pagar uma conta de luz ou de água", simplifica o presidente do grupo no Brasil, Massuo Uemura.
Ele acredita que, desta forma, ficará mais fácil aos CIOs justificarem o orçamento da área. "A TI passa a ser contabilizada por notas fiscais. Logo, você consegue repassar o valor no seu produto ou serviço final. Deixa de ser investimento e vira custo", diz, reafirmando a tendência à terceirização – que, entre outros aspectos, ganha espaço por dispensar a manutenção e a aquisição de hardwares e softwares que, muitas vezes, teriam apenas usos pontuais, caindo rapidamente na ociosidade.
Em média, calcula a T-Systems, as empresas que optaram pelo Dynamic Computing no exterior obtiveram uma economia de 30% em relação ao modelo in-house. A empresa diz, inclusive, que aceita negociar o legado dos clientes e garante a compatibilidade com qualquer sistema operacional ou equipamento.

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