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Cinco razões para o iPhone não invadir as corporações

As expectativas em relação ao telefone celular da Apple são imensas. Mas uma série de fatores o afasta das grandes empresas. Veja algumas

Thomas Wailgum

02/07/2007 às 12h22

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O hype em torno do iPhone, da Apple, é alucinante. Logo após seu lançamento nos Estados Unidos, paramos para pensar quais as chances do dispositivo invadir as corporações. Abaixo, alguns pontos que nos fazem crer que o iPhone não é um equipamento corporativo. Depois de ler esta lista – e de compará-la com a outra, publicada na última sexta, você está convidado a compartilhar a sua opinião. Qual o impacto do iPhone para as corporações?
 
1. O custo
Os CIOs que precisam reduzir custos e que adoram um bom negócio (ou seja, grandes descontos), o iPhone não é uma opção.

2. A Apple nunca teve o mercado corporativo como foco
Os usuários corporativos são terreno para o BlackBerry. A Research in Motion tem mais de oito milhões de fanáticos hoje e os equipamentos têm cada vez mais funcionalidades multimídia. Enquanto isso, os produtos da Apple costumam ser muito diferentes e muito caros para a maioria das empresas, além do fato de aplicativos criados por terceiros dificilmente serem compatíveis com o Mac OS.

3. Questões de segurança (e a tela de vidro sensível ao toque)
A verdade é que o iPhone é apenas mais um dispositivo móvel novo e pouco testado que os na fila dos equipamentos que os usuários querem colocar na rede do CIO. Além disso, ele é lindo, tanto quanto é lindo uma peça de porcelana chinesa. Mas todos sabemos o que acontece quando uma linda peça de porcelana chinesa cai no chão. “Vidro quebra” é uma mensagem que a Apple terá de superar.

4. As empresas (ainda) não são fãs de dispositivos multimidia
Apesar de ser uma situação que está mudando, CIOs e CSOs ainda hesitam para permitir equipamentos que tenham capacidades multimidia na rede corporativa – ou menos no espaço físico da companhia.

5. Questões ligadas a operadoras, conteúdo e rede
Sob o ponto de vista histórico, há muita frustração em relação às operadoras móveis – e a maioria das empresas relutam em fazer parcerias com as telcos para desenvolvimento de aplicações. Jakob Nielsen, do Nielsen Norman Group, diz que apesar de o iPhone ser um bom hawdware, ele não deverá funcionar na maior parte dos Estados Unidos, devido à área de cobertura. No Brasil, a situação não deve ser muito diferente.

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