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Investimento em TI cresce 13% na América Latina

IDC divulga números consolidados de sua pesquisa regional

Cláudia Zucare Boscoli

27/06/2007 às 12h00

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O IDC anunciou nesta terça-feira (26/07) os números consolidados de sua pesquisa sobre investimentos em TI na América Latina (Black Book 2007). Os gastos destinados à aquisição de produtos e serviços alcançarão crescimento de 13% em relação a 2006, índice levemente maior do que o anunciado anteriormente, que era de 12,8%.
Como avalia o gerente de pesquisa Emerson Gibin, a posição é satisfatória, principalmente se comparada a de outros países emergentes, como a China e os países do Leste Europeu (ambos com previsão de 16%). Já Índia e Turquia, mesmo tendo a mesma classificação de "emergentes", deverão alcançar os 25% e 27%, respectivamente. "O que observamos é que o dinheiro gasto em hardware ainda representa mais da metade dos investimentos totais feitos na América Latina. Num mercado mais maduro, como os Estados Unidos, por exemplo, os equipamentos configuram 31% da verba. Isto acontece porque, no Brasil e nos demais países latino-americanos, ainda estamos no nível de compra de computadores pessoais, um estágio ainda de inclusão digital", explica. Pelo estudo, será justamente a aquisição de PCs e impressoras para uso pessoal que impulsionará as vendas.
Outro item do estudo que merece destaque é a relevância do setor financeiro e de manufatura como os segmentos da economia que mais consomem produtos e serviços de TI. Também, que as pequenas e médias empresas contribuem mais para o crescimento do mercado de TI na América Latina do que as grandes corporações. Isto acontece porque, apesar de investirem menos em valores totais (as grandes respondem por uma fatia de 58% do total), elas crescem mais rapidamente – de 16% a 16,5% contra 9% a 13%. 

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