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iPhone: revolução?

Três líderes de TI de grandes empresas brasileiras avaliam o impacto do iPhone no mercado corporativo

Thais Aline Cerioni

25/06/2007 às 12h47

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Desde o início do ano, um dos lançamentos mais comentados no mundo da tecnologia é o telefone celular da Apple, o iPhone, considerado por muitos como um equipamento capaz de revolucionar a forma de comunicação. Mas qual o impacto de um lançamento como este para o mercado corporativo? Alguns CIOs dão sua visão sobre o assunto:

Maurício Arguello, CIO da Sara Lee Cafés
“O iPhone está entrando em um mercado que já está relativamente estável – dos smartphones. Ele vai competir com ferramentas mais técnicas, como dispositivos dotados de Windows Mobile. Em termos de resultado, temos o mesmo. Mas acho que o mercado corporativo está muito mais inclinado a trabalhar com a tecnologia que já tem em mãos. No entanto, é certo que vamos ter que nos envolver à medida que os executivos queiram usar o brinquedinho dentro da empresa, conectado aos nossos servidores. Aí já viu ...”

Anderson Cunha, CIO da Leroy Merlin
 “Vai haver uma convergência das facilidades do mercado consumidor e do mercado corporativo. Cada vez será mais difícil separar o trabalho das facilidades pessoais. Veja o que acontece com o e-mail: todos usam correio eletrônico corporativo para fins pessoais, assim como e-mail pessoal para fins corporativos. A convergência de tecnologias vai promover muito essa mistura, afinal se eu tenho um recurso para uso particular, porque não posso ter para uso corporativo?”

Reinaldo D’Errico, CIO da Indiana Seguros
“Particularmente entendo que toda nova tecnologia deve ser pesquisada e avaliada pelos CIOs. Então, se fizer sentido para o negócio, deve ser implantada ou, caso contrário, descartada. Exemplo disso é o SMS, que há algum tempo quase não era usado de forma corporativa e hoje utilizamos como um novo canal de comunicação com os nossos segurados. De qualquer forma, embora a divulgação tenha sido um sucesso, para a realidade brasileira a novidade deve demorar no mínimo um ano, devido ao preço elevado e à falta de integração com outros aplicativos”

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